26/01/26



Negreiros (José de Almada) - Poesia - Lisboa, Editorial Estampa, 1971. De 18,7x13,7 cm.; com 234-VI págs.
Br. € 15,00

Das «Obras Completas», 4.

Conserva a sobrecapa que acusa algum uso; restante exemplar estimado.

5 comentários:

  1. Sei que tenho um livro de Almada com esta sobrecapa, mas não é este. Ao procurá-lo, encontrei a fotobiografia do Joaquim Vieira para o Círculo de Leitores.
    Que maravilha!
    Tenho estado a folheá-la para arejar...
    Uma curiosidade: foi comprada no Porto em 2002 e eu já não me lembrava.
    Abraço literário!

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    1. Maria,
      Desta colecção de Almada Negreiros, foram publicados 6 volumes (Contos e Novelas, Romance, Teatro, Poesia, Ensaio e Textos de Intervenção).
      A série de fotobiografias que refere é bem interessante. Boas leituras.

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    2. Tem razão as Fotobiografias Século XX são excelentes.
      O outro livro que referi é da Fundação Calouste Gulbenkian: Compilação das comunicações no Colóquio sobre Almada Negreiros no CAM, em Outubro de 1984.
      É muito interessante e tem algumas ilustrações a cores e P/B.
      Ponho-me a ver estas velharias e o tempo passa a correr...

      Bom final de tarde!🌧

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    3. Percebi mal... Quando referiu que o livro de Almada Negreiros tinha outra capa, levei para outro da mesma colecção. Já sei qual é o que refere da FCG.
      Podermos folhear os livros, ler, cheirá-los... são alguns dos prazeres que eles nos dão! 😉
      Infelizmente, passo muito pouco tempo com os meus, mas não me posso queixar! 😊
      Bom resto de tarde. 📚⛄📚⛄📚⛄

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  2. Ainda a propósito do relevante papel promocional da histórica Editorial Estampa na publicação da Obra poética de José de ALMADA NEGREIROS, considero que não devemos esquecer a muito notória ligação afectiva do Autor - de títulos como "A Invenção do Dia Claro" e "Nome de Guerra" -, que foi também um Mestre inovador no domínio das Artes plásticas, à notável pintora SARAH AFFONSO.

    É neste curioso contexto (artístico) que releio um texto particularmente elucidativo, apesar de sucinto, sob o título "Sarah Affonso: Tempos, lugares e coisas simples", escrito por Maria ISABEL ROQUE no seu indispensável Blogue "A.MUSE.ARTE", em 2019, ano da memorável Exposição (que, à data, esteve patente numa Galeria do MUSEU Calouste GULBENKIAN) que demonstrou claramente o fascínio da "Arte Popular do Minho" no legado da importante pintora modernista.

    No seguimento das anteriores e significativas palavras de MARIA, quando regressamos à consulta de determinados (e, de facto, preciosos) elementos documentais da FUNDAÇÃO Gulbenkian, uma certa nostalgia adquire especial sentido e o próprio tempo corre veloz!!!...

    Muito GRATO pela atenção e Boa Noite!

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