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25/01/25

Caveiras, Casas, Pedras e uma Figueira: Júlio Pomar, Álvaro Siza Vieira, Luís Noronha da Costa e Fernando Lanhas - Lisboa, Editora Documenta, 2013. Textos de Sara Antónia Matos e Delfim Sardo. De 21x17 cm., com 156-III págs. Ilustrado.
Br. € 12,00

Catálogo publicado por ocasião da exposição Caveiras, Casas, Pedras e uma Figueira, realizada no Atelier-Museu Júlio Pomar, em Lisboa, de 5 de Outubro de 2013 a 16 de Fevereiro de 2014.(Editor)

04/06/20



Pomar, Júlio - Desenhos para Guerra e Paz de Tolstoi - Lisboa, Bial, 2003. Prefácio de João Lobo Antunes. De 32x27 cm.; com 164-III. Ilustrado.
Enc. editorial em linho € 35,00


Apresenta-se em caixa própria.
Exemplar muito estimado.

23/05/18

Júlio Pomar (1926-2018)


Nasceu em 1926 em Lisboa. Frequentou a Escola de Artes Decorativas António Arroio e as Escolas de Belas-Artes de Lisboa e Porto, tendo participado em 1942 numa primeira mostra de grupo, em Lisboa, e realizado a primeira exposição individual em 1947, no Porto, onde apresentou desenhos. Nesses anos a sua oposição ao regime de Salazar acarreta-lhe uma estada de quatro meses na prisão, a apreensão de um dos seus quadros pela polícia política e a ocultação dos frescos com mais de 100 m2, realizados para o Cinema Batalha no Porto. Permanece em Portugal até 1963, ano em que se instala em Paris.

Além da obra de pintura, desenho, escultura, cerâmica, gravura, etc., Júlio Pomar escreveu Catch: thèmes et variations, Discours sur la cécité du peintre, ...Et la peinture? (Éditions de la Différence, Paris, 1984, 1985 e 2000), os dois últimos traduzidos por Pedro Tamen com os títulos Da Cegueira dos Pintores (Imprensa Nacional, 1986) e Então e a Pintura? (Dom Quixote, 2003); e duas colectâneas de poesias Alguns Eventos e TRATAdoDITOeFEITO (Dom Quixote, 1992 e 2003). (ler mais)

Júlio Pomar morreu ontem aos 92 anos.