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23/06/26

 

Tavares (Prof. Luiz C. Nozes) - Camões e a sua obra (1640) - Braga, 1940. De 23,2x16,4 cm.; com 20 págs.
Br. € 15,00

Conferência realizada no E.N.P. do Pôrto.
Edição pró Centenários 1140 - 1640 - 1940.

22/06/26

 

Aranha (Brito) - Camões e Os Lusíadas (1580-1880). Idéa da Ressurreição da Pátria - Por... Lisboa, Typ. Universal, 1880. De 23,8x16 cm.; 
com 15 págs.
Br. € 15,00

Discurso recitado na sessão solemne da associação dos melhoramentos das classes laboriosas, no dia 7 de junho para a inauguração do retrato de Camões.

12/06/26



Camões (Luís Vaz de) - Os Lusíadas - Porto, Livraria Simões Lopes, 1956. Comentário Ideológico e Literário, Glossário e Onomástico de Augusto César Pires de Lima e Bertino Daciano R. S. Guimarães. De 24,2x17,3 cm., com 412-III págs.
Enc. editorial € 35,00

Invulgar. Conserva a sobrecapa.

02/06/26



Brasil (Reis) - Os Lusíadas: sublimação do género épico - Lisboa, Hugin Editores, 2001. De 23,3 cm.; com 380-I págs.
Br. € 15,00

Apresenta algumas marcas de uso, mas no geral, estimado.

24/04/26

 

Silva (Vítor Aguiar e Silva) - Dicionário de Camões - Lisboa, Editorial Caminho, 2011. Coordenação de... 
De 25,1x18,2 cm., com 1005 págs. Ilustrado a cores e a preto, no texto e em folhas à parte.
Encadernação editorial € 59,00 € 45,00

Exemplar estimado.
Conserva a sobrecapa.

23/04/26

Saraiva (Arnaldo) - O nome de Camões na Literatura de Cordel do Brasil - Porto, Edições Afrontamento, 2026. De 245x16,2 cm.; com 86-II págs. Belamente ilustrado.
Br. € 12,00

Colecção «Textos».
Novidade.

"Pelas puras verdades ou fábulas inventadas da sua vida, ou pelo engenho e arte da sua obra, Camões ou o nome de Camões irradia energias inesgotáveis de mito universal, ele que foi também um criador de mitos (o Velho do Restelo, o Adamastor, Pedro e Inês, a ilha dos Amores...).
Claro que é no mundo lusíada ou lusófono que esse mito tem maior fortuna, se, como disse Machado de Assis, em mares aspérrimos Camões salvou «língua, história, nação, armas, poesia». Tal fortuna é quase só vista nas áreas da chamada alta cultura, que até quando o promoveu a símbolo maior de Portugal quase esqueceu as suas cantigas e vilancetes e a sua aura popular.
Por sinal foi do Brasil, ou do seu Nordeste, que ao longo das últimas décadas vieram as melhores provas da permanência popular de Camões. Este nome figura em títulos e é nome de heróis ou anti-heróis de folhetos de cordel." (Editor)

21/04/26



Camões (Luís de) - Os Lusíadas - Vida e Obra de Luís de Camões e Vocabulário dos Lusíadas, por Arnaldo de Mariz Rozeira. Lisboa, Guimarães Editores, 2001. De 24,1x17 cm., com 557-I págs.
Br. € 20,00

Capa de brochura com acidez e parcialmente descolorada.

29/09/25




Dias (J. S. da Silva) - Camões no Portugal de Quinhentos - Lisboa, Inst.de Cultura Portuguesa, 1981. De 19,2x12 cm.; com 114 págs. 
Br. € 10,00

1.ª Edição.

Colecção «Biblioteca Breve«, n.º 60.
Exemplar estimado.

30/07/24

Garrett (Almeida) – Camões – Poema em dez cantos. Lisboa, Liv. Moderna editora, 1904. De 19x12 cm.; com IV-174-I págs. 
Bonita encadernação com lombada em pele € 25,00 

«Obras Completas de Almeida Garrett», IV. 
Conserva as capas de brochura.     






03/02/24





Braga, Theophilo - Camões: a obra lyrica e épica - Porto, Livraria Chardron de Lello & Irmão, 1911. De 18,5x13 cm.; com VIII-878 págs. Com o retrato de Teophilo Braga.
Enc. editorial € 35,00

Inserido na «História da Literatura Portugueza».
Bonito exemplar. Estimado.

23/01/24

Camões nasceu há 500 anos (?) 

Embora não seja consensual, por falta de fontes documentais que o comprovem, 
Luís de Camões terá nascido a 23 janeiro de 1524.

Considerado uma das figuras mais importantes da literatura portuguesa. 
É autor d'Os Lusíadas; poema épico que o imortalizou; mas a sua obra também é composta pela Lírica, Teatro e Cartas.
O verdadeiro reconhecimento chegaria apenas após a sua morte, tinha então 
o poeta 55 anos. Os seus restos mortais encontram-se sepultados no 
Mosteiro dos Jerónimos.

10/06/12

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas



As armas e os barões assinalados,
Que da ocidental praia Lusitana,
Por mares nunca de antes navegados,
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados,
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram
Novo Reino, que tanto sublimaram;













       





E também as memórias gloriosas
Daqueles Reis, que foram dilatando
A Fé, o Império, e as terras viciosas
De África e de Ásia andaram devastando;
E aqueles, que por obras valerosas
Se vão da lei da morte libertando;
Cantando espalharei por toda parte,
Se a tanto me ajudar o engenho e arte.
  Os Lusíadas, Canto I


10 de Junho na Lumière

(alterado às 11,36)

10/06/11




10 de Junho

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades