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20/05/26


Saramago (Alfredo) -
Gastronomia e Vinhos do Alentejo - Lisboa, Assírio & Alvim, 2000. Textos de Alfredo Saramago, Joaquim Madeira, Clara Roque Vale e Manuel Fialho. De 31x24 cm.; com 253-II págs. Enriquecido com fotografias de António Cunha, Inês Gonçalves, Rita Lynce e Manuel Ribeiro. 
Encadernação editorial € 42,00

Exemplar estimado.
Conserva a sobrecapa.

20/10/25



Sousa (Dina Fernanda Ferreira de) - A Doçaria Conventual de Coimbra - Sintra, Colares Editora, 2011, Prefácio de Maria Helena da Cruz Coelho. 
De 22,5x15,7 cm.; com 125-III págs. Ilustrado. Fotografias de Branca Gonçalves.
Br. € 16,00


Novo.

26/06/25

Parabéns a Maria Rolim

A Gourmand World Coockbook Awards 2024 distinguiu Maria Rolim (Colares Editora) como referência mundial na área da relação entre a gastronomia e a história, contribuindo assim, para a preservação da nossa herança cultural, celebrando uma identidade e promovendo uma reflexão sobre a forma de nos alimentarmos e de vivermos.


A Livraria Lumière felicita Maria Rolim, e congratula-se, de ter à venda, a maioria dos títulos da Colares Editora.

22/02/25




Cascudo (Luís da Câmara) - A Cozinha Africana no Brasil - Luanda, Museu de Angola, 1964. 
De 26,5x18,3 cm.; com 36 págs.
Br. € 18,50

Estimado.

17/02/25


 

Amador (Conceição) - Doçaria Tradicional do Algarve - 2.ª edição. Sintra, Colares Editora, 2008. De 22,5x15,5 cm.; com 150-I págs. Ilustrado. 
Na capa, fotografia de Inácio Gravanita.
Br. € 18,20

Estimado.






Amador (Conceição) - Cozinha Tradicional do Algarve - Sintra, Colares Editora, 2006. De 22,5x15,5 cm.; com 185-I págs. Ilustrado.
Br. € 18,50

"Da orla marítima à serra, passando pelo barrocal, a gastronomia do Algarve afirma-se pela sua personalidade própria, valorizando os produtos que lhe são específicos: amêndoa, alfarroba, figo, mel, azeitonas, batata doce...
A autora procedeu ao metódico levantamento dos genuínos sabores do Algarve."

14/01/25



Paquete (Manuel) - História Gastronómica de Lisboa: tradição, sociabilidade e pratos típicos - Sintra, Colares Editora, 2016. De 22,5x15,5 cm.; com 210-II págs. Ilustrado.
Br. € 18,00

Novo.

11/09/24



Tavares (Paulino Mota) - Mesa, Doces e Amores no séc. XVII português - Sintra, Colares Editora, 1999. Prefácio de Maria José Azevedo Santos. 
De 22,5x15,5 cm.; com 94-II págs. Ilustrado. 
Na capa: reprodução de quadro de Josefa de Óbidos.
Br. € 12,50

Estimado.

14/04/23

Iken, Fátima - A escrita e o prato. Luís de Sttau Monteiro, escritor e cronista gastronómico. Anos emblemáticos: 1969>1975 - Sintra, Colares Editora, 2023. De 22x15,5 cm.; com 101-III págs. Profusamente ilustrado.
Br. € 16,00

Novidade.

Luís de Sttau Monteiro foi um pioneiro na crítica gastronómica e contextualizava o alimento em si, o método de preparação, os ingredientes, as influências, as péssimas imitações, o serviço de mesa, a identificação cozinha/classes sociais... Era uma escrita sarcástica e subtilmente política! Com o talento do grande escritor, que comentava com ironia e simultaneamente fazia a pedagogia da gastronomia muito atrasada no país. (Editora)

16/12/22

Paquete, Manuel - Conservas de Peixe em Portugal - Indústria alimentar e carta gastronómica. Sintra, Colares Editora, 2022. 
De 22,5x15,5 cm.; com 173-III págs. Profusamente ilustrado.
Br. € 18,50

Novidade.

"O peixe tem na alimentação dos portugueses um lugar primordial; com a industrialização e os avanços científicos, as conservas de peixe tornaram-se um marco.
A investigação histórica e a recolha bibliográfica do autor, Manuel Paquete, sobre os produtos, as empresas, os processos de fabrico, publicidade e comercialização, mostram-nos os homens responsáveis pelo surgimento, crescimento e pelo definhar de muitos polos fabris na costa portuguesa.
As conservas de peixe atingem um nível excepcional apoiado pela tecnologia francesa, com design de traço vincado, pela frescura e sabor das nossas sardinhas em embalagens de lata, modernizadas por processos de abertura fácil..." (Editor)

19/07/22

Maria de Lourdes Modesto (1930-2022)

Figura ímpar da gastronomia portuguesa, Maria de Lourdes Modesto, 
faleceu hoje, aos 92 anos.




 

20/10/21


 
A Mesa dos Reis de Portugal - Ofícios, consumos, cerimónias e representações (séculos XIII-XVIII). Maia, Temas e Debates/Círculo de Leitores, 2011. Coordenação de Ana Isabel Buescu e David Felismino. Apresentação de Maria Helena da Cruz Coelho. De 22,5x17,5 cm.; de 478 págs. Profusamente ilustrado a p.b. e a cores. 
Cartonado € 25,00

Exemplar estimado.

17/07/21

Queiroga, Elzira Sá - À Mesa com Camilo - Sintra, Colares Editora, 2021. De 22,5x15,5 cm.; com 118-II págs. Profusamente ilustrado.
Br. € 16,80

Novidade.

Observador atento e exigente, Camilo Castelo Branco (1825-1890), deixou-nos testemunho da sociedade portuguesa do Século XIX.
Dá vida aos seus personagens, uns reflectindo o seu ambiente de origem – Trás-os-Montes – a dureza e grandeza das gentes, outros no contraste com a cidade do Porto onde estudou e confraternizou com a elite intelectual da época: Ramalho Ortigão, Fialho de Almeida, Alberto Pimentel, Júlio César Machado...

Nas tertúlias dos cafés e botequins desfrutava do incontornável vinho do Porto, dos licores e outras experiências gustativas, não esquecendo a importância simbólica das icónicas tripas à moda do Porto, que eram pretexto para convívio e celebração.
A gastronomia pontuava as opiniões, algumas marcadas pela influência francesa e outras preservando a tradição e a cozinha nacional.
A imaginação cultivava a descoberta da arte da cozinha e escondia a escassez de meios de grande parte da população.
A paixão pelas virtualidades gastronómicas levaram-no a elogiar pratos confeccionados pela cozinheira Gertrudes Engrácia que o escritor começou a tratar por Madame Brillat Savarin, numa simpática alusão ao filósofo do gosto. O interesse de Camilo pela cozinha ficou patente na sua biblioteca onde figuravam obras de referência histórica.
Elzira Sá Queiroga aprofunda a investigação neste livro À Mesa com Camilo numa visita aos sabores da época, documentada com receitas que nos confirmam a dicotomia entre o meio rural e o citadino, quase sempre presente nas extensas obras do escritor. (da badana)

19/06/21


 

Livro de Cozinha da Infanta D. Maria – Códice Português I.E. 33. da Biblioteca Nacional de Nápoles. Lisboa, I.N.C.M., 1986. Prólogo, leitura, notas aos textos, glossário e índices de Giacinto Manuppella. De 24x15 cm.; com XXIV-257-V págs. 
Br. € 30,00

Capa de brochura a acusar algum muso; miolo estimado


 

Arnaut, Salvador Dias - A Arte de comer em Portugal na Idade Média - (Introdução a O «Livro de Cozinha» da Infanta D. Maria de Portugal). Lisboa, INCM, 1986. De 24x15 cm.; com 139-II págs. 
Brochado € 15,00


Exemplar estimado.

12/01/21




Monteiro, Sónia - Comeres de 1900 - Sintra, Colares Editora, S/d. Prefácio de Carlos Consiglieri. De 22,5x15,5 cm.; com 103-I págs. Ilustrado.
Br. € 14,90


16/09/20

Rijo, Maria José Travêlho - Do Alentejo ao Alentejo - Sintra, Colares Editora, 2020. Prefácio de Isabel Farias. De 22,5x15,5 cm.; com 133-II págs. Ilustrado. 
Br. € 18,50

Novidade.

Do Alentejo ao Alentejo permite-nos conhecer, através dos olhos e da escrita, uma forma de vida imaginativa, que soube transpor os horizontes da planície alentejana, da melopeia da fala popular do Baixo Alentejo para ganhar fôlego nas serranias da Estrela, deslizar no Atlântico até à baía de Angra. 


A biografia de Maria José Travêlho Rijo, mulher (quase) centenária, inteligente e lúcida, é um exemplo de quem ama o Alentejo. Nascida numa aldeia de Beja dos anos 20, foi Vereadora da Cultura na Câmara Municipal de Elvas onde desenvolveu um trabalho exemplar de: recuperação da Biblioteca, na música fundou um coral e uma escola de dança. Colaborou durante dezenas de anos no Jornal Linhas de Elvas zelando pela linguagem genuinamente alentejana e divulgando a gastronomia tradicional.

07/09/20

Máximo, Francisco - Histórias e Receitas do Mundo. Pela Boca se Pecava - Sintra, Colares Editora, 2020. De 22,5 x15,5 cm.; de 189-III págs.
Br. € 18,50

Novo.

É um livro muito especial na Colecção de Gastronomia da Colares Editora. 
O autor assegura uma convivência e proximidade com o leitor, numa narrativa próxima da literatura e da oralidade. É uma viagem ao país profundo, ao seu Mundo de Peregrinação em que nos descreve as características específicas de Mogadouro, Miranda do Douro e Freixo de Espada à Cinta numa abordagem histórica, sociológica e tradicional, onde o comer e o modo de comer têm um protagonismo que nos leva a uma interpretação da originalidade da forma de cozinhar e à identificação dos ingredientes, extensiva a outras regiões do país. (da badana)

08/01/20




Neirinck, Edmond e Poulain, Jean-Pierre - História da Cozinha e dos Cozinheiros - Sintra, Colares Editora, 2006. Tradução de Magda Bigotte de Figueiredo. Revisão técnica de Maria Antónia Goes. Prefácio de Jöel Robuchon. In-8.º; de 147-V págs.
Br. € 18,90

Novo.

28/09/19

Farias, Isabel - Portas de Ródão, o melhor doce - Sintra, Colares editora, 2019. In-8.º; de 124-V págs. Ilustrado.
Br. € 16,50

Novidade.
 
A autora ISABEL FARIAS descreve-nos:
A região da Beira Baixa foi atravessada por uma corrente de vontades destinada a travar a desertificação e o abandono. Para tal contribuiu a ligação das vias rápidas do litoral a Castelo Branco unindo Universidades e Politécnicos. (...) Como a árvore da vida bordada com lentidão e saber pelas mãos das mulheres de Castelo Branco, um dos seus ramos – o Concelho de Vila Velha de Ródão – tem-se afirmado por um processo de renovação. A Vila Velha deu as mãos às muitas freguesias que a compõem e aos concelhos que a envolvem para renascer com o vigor da tradição. As produções agrícolas e agro-pastoris juntaram-se e proclamam a sua identidade através das Terras de Oiro. (...) Vila Velha de Ródão põe a descoberto quando organiza festivais e concursos ligados às suas práticas tradicionais. (...) Assim surgiu o concurso O Melhor Doce. Promoveu concorrentes locais, Universidade Sénior pela originalidade  trazida ao paladar através dos seus produtos locais. Venceu Cristiano Louro com o Borrachinho mas venceram também os participantes e organizadores com destaque para a Chefe Luisínha.