O SILÊNCIO
Quando a ternura
parece já do seu ofício fatigada.
e o sono, a mais incerta barca,
inda demora.
quando azuis irrompem
os teus olhos
e procuram
nos meus navegação segura,
é que eu te falo das palavras
desamparadas e desertas,
pelo silêncio fascinadas.

Obrigada por se lembrar do Eugénio e pela escolha do desenho e do poema.
ResponderEliminarTenho cá algumas gravuras (na caixa Sete Livros, Sete Retratos), mas não este.
Um abraço grato🐈⬛