O SILÊNCIO
Quando a ternura
parece já do seu ofício fatigada.
e o sono, a mais incerta barca,
inda demora.
quando azuis irrompem
os teus olhos
e procuram
nos meus navegação segura,
é que eu te falo das palavras
desamparadas e desertas,
pelo silêncio fascinadas.

Obrigada por se lembrar do Eugénio e pela escolha do desenho e do poema.
ResponderEliminarTenho cá algumas gravuras (na caixa Sete Livros, Sete Retratos), mas não este.
Um abraço grato🐈⬛
Maria,
EliminarÉ sempre um gosto lembrar, ler e partilhar Eugénio de Andrade. Gosto deste desenho de Dordio Gomes.
Abraço retribuído! 🤗📚🍀🎵
Oportuna lembrança do dia de aniversário de E. A.
ResponderEliminarProvavelmente, vou geminar.
Bom dia.
Caro APS,
EliminarQuanto mais divulgado um escritor for, maior é a probabilidade de ser lido. E, o que se pretende, é que E. A. seja muito lembrado e lido.
Bom dia e boa semana.