Sei que tenho um livro de Almada com esta sobrecapa, mas não é este. Ao procurá-lo, encontrei a fotobiografia do Joaquim Vieira para o Círculo de Leitores. Que maravilha! Tenho estado a folheá-la para arejar... Uma curiosidade: foi comprada no Porto em 2002 e eu já não me lembrava. Abraço literário!
Maria, Desta colecção de Almada Negreiros, foram publicados 6 volumes (Contos e Novelas, Romance, Teatro, Poesia, Ensaio e Textos de Intervenção). A série de fotobiografias que refere é bem interessante. Boas leituras.
Tem razão as Fotobiografias Século XX são excelentes. O outro livro que referi é da Fundação Calouste Gulbenkian: Compilação das comunicações no Colóquio sobre Almada Negreiros no CAM, em Outubro de 1984. É muito interessante e tem algumas ilustrações a cores e P/B. Ponho-me a ver estas velharias e o tempo passa a correr...
Percebi mal... Quando referiu que o livro de Almada Negreiros tinha outra capa, levei para outro da mesma colecção. Já sei qual é o que refere da FCG. Podermos folhear os livros, ler, cheirá-los... são alguns dos prazeres que eles nos dão! 😉 Infelizmente, passo muito pouco tempo com os meus, mas não me posso queixar! 😊 Bom resto de tarde. 📚⛄📚⛄📚⛄
Ainda a propósito do relevante papel promocional da histórica Editorial Estampa na publicação da Obra poética de José de ALMADA NEGREIROS, considero que não devemos esquecer a muito notória ligação afectiva do Autor - de títulos como "A Invenção do Dia Claro" e "Nome de Guerra" -, que foi também um Mestre inovador no domínio das Artes plásticas, à notável pintora SARAH AFFONSO.
É neste curioso contexto (artístico) que releio um texto particularmente elucidativo, apesar de sucinto, sob o título "Sarah Affonso: Tempos, lugares e coisas simples", escrito por Maria ISABEL ROQUE no seu indispensável Blogue "A.MUSE.ARTE", em 2019, ano da memorável Exposição (que, à data, esteve patente numa Galeria do MUSEU Calouste GULBENKIAN) que demonstrou claramente o fascínio da "Arte Popular do Minho" no legado da importante pintora modernista.
No seguimento das anteriores e significativas palavras de MARIA, quando regressamos à consulta de determinados (e, de facto, preciosos) elementos documentais da FUNDAÇÃO Gulbenkian, uma certa nostalgia adquire especial sentido e o próprio tempo corre veloz!!!...
Sei que tenho um livro de Almada com esta sobrecapa, mas não é este. Ao procurá-lo, encontrei a fotobiografia do Joaquim Vieira para o Círculo de Leitores.
ResponderEliminarQue maravilha!
Tenho estado a folheá-la para arejar...
Uma curiosidade: foi comprada no Porto em 2002 e eu já não me lembrava.
Abraço literário!
Maria,
EliminarDesta colecção de Almada Negreiros, foram publicados 6 volumes (Contos e Novelas, Romance, Teatro, Poesia, Ensaio e Textos de Intervenção).
A série de fotobiografias que refere é bem interessante. Boas leituras.
Tem razão as Fotobiografias Século XX são excelentes.
EliminarO outro livro que referi é da Fundação Calouste Gulbenkian: Compilação das comunicações no Colóquio sobre Almada Negreiros no CAM, em Outubro de 1984.
É muito interessante e tem algumas ilustrações a cores e P/B.
Ponho-me a ver estas velharias e o tempo passa a correr...
Bom final de tarde!🌧
Percebi mal... Quando referiu que o livro de Almada Negreiros tinha outra capa, levei para outro da mesma colecção. Já sei qual é o que refere da FCG.
EliminarPodermos folhear os livros, ler, cheirá-los... são alguns dos prazeres que eles nos dão! 😉
Infelizmente, passo muito pouco tempo com os meus, mas não me posso queixar! 😊
Bom resto de tarde. 📚⛄📚⛄📚⛄
Ainda a propósito do relevante papel promocional da histórica Editorial Estampa na publicação da Obra poética de José de ALMADA NEGREIROS, considero que não devemos esquecer a muito notória ligação afectiva do Autor - de títulos como "A Invenção do Dia Claro" e "Nome de Guerra" -, que foi também um Mestre inovador no domínio das Artes plásticas, à notável pintora SARAH AFFONSO.
ResponderEliminarÉ neste curioso contexto (artístico) que releio um texto particularmente elucidativo, apesar de sucinto, sob o título "Sarah Affonso: Tempos, lugares e coisas simples", escrito por Maria ISABEL ROQUE no seu indispensável Blogue "A.MUSE.ARTE", em 2019, ano da memorável Exposição (que, à data, esteve patente numa Galeria do MUSEU Calouste GULBENKIAN) que demonstrou claramente o fascínio da "Arte Popular do Minho" no legado da importante pintora modernista.
No seguimento das anteriores e significativas palavras de MARIA, quando regressamos à consulta de determinados (e, de facto, preciosos) elementos documentais da FUNDAÇÃO Gulbenkian, uma certa nostalgia adquire especial sentido e o próprio tempo corre veloz!!!...
Muito GRATO pela atenção e Boa Noite!