10/06/26

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas
na Livraria Lumière


9 comentários:

  1. Pedimos desculpa pela qualidade das fotografias, mas apesar de terem sido tiradas em diferentes alturas do dia, em que a luminosidade ia variando, o resultado nem por isso era melhor. Muitas sombras e muitos reflexos!
    Bom Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas!

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  2. Que maravilha, Cláudia, apesar dos reflexos. Nunca tinha visto tantos Camões juntos, e ampliando dá para ver bastante bem.
    Aquela mãozinha para segurar os livros é um achado...
    Parabéns, obrigada, e votos de um feliz Dia de Portugal e de Camões!
    Um abraço📖🇵🇹


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    1. Maria,
      Claro que a minha palavra é suspeita, mas também sou de opinião que não ficou mal... E, o importante, é que quem passa na rua não fique indiferente, e já deu para ver que não fica! É gratificante!
      Na realidade, o principal problema é mesmo a fotógrafa que deixa muito a desejar... e depois, desculpa-se com os reflexos e a claridade... 😊
      Não é fácil de encontrar as mãozinhas; a maior, lembro-me onde a comprei e dei € 25,00. Mas não estou arrependida... São muito bonitas.
      Um bom Dia de Portugal e de Camões!
      Um abraço camoniano! 🔰

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    2. Não consegui ver aí a edição do CdL com ilustrações de Lima de Freitas. Será que vi bem?

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    3. Viu bem... Não está! Para além dessa edição do Círculo de Leitores, tinha outras para colocar. Houvesse mais montra! 😊

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  3. Nesta tarde, importa sublinhar a diversidade de oportunas iniciativas culturais e literárias (de registar o muito agradável aspecto da montra Poética da Livraria Lumière), no quadro do convite à (re)leitura de obras-primas, como "Os Lusíadas".

    A propósito, acabo de reler, com renovado interesse (e entusiasmo), o episódio em que o grande Épico nos oferece a clássica e impressionante "visão" tempestuosa do Gigante ADAMASTOR.

    Uma extraordinária "imaginação" que, de acordo com a análise crítica do (sempre actual) Prof. HERNANI CIDADE ["Lições de Cultura e Literatura Portuguesas", 1.º Vol., 4.ª ed., Coimbra Editora, 1959, p. 230], "é de todas a mais genial criação Camoniana, pela riqueza simbólica e pela poderosa realização".

    Pessoalmente, não tenho a ignorante "ingenuidade" de desconhecer que hoje, como na época do intemporal Poeta, Portugal continua a ser um "País adiado", envolvido "no gosto da cobiça e na rudeza/ d'uma austera, apagada e vil tristeza"...

    Não creio que, neste ano da (des)graça de 2026, certos adeptos desprezíveis da avidez materialista saibam quantos CANTOS tem o Poema!!!...

    Que (re)viva o espírito criativo de Camões e das Humanidades!

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    1. Prezado Fernando Firmino,
      Um pouco no seguimento do que escreveu... Li ontem, que actualmente em Portugal editam-se e vendem-se muitos livros, existem imensos clubes de leitura, podcasts sobre livros... Mas será que tudo isto se traduz em leituras?
      Andam os portugueses a ler mais?! Ou são movimentos que estão na moda e pouco mais?
      E o que lêem? E compreendem o que lêem?
      Bem, isto dava um longo estudo...
      Quanto ao resto, em certos aspectos, também concordo que não evoluímos muito... Para não dizer que até retrocedemos!

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  4. Muitos parabéns pela montra.
    Há muitos naos que não via nenhuma mãozinha que é, na verdade, um 'apetite'.
    Bom dia!

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    1. Obrigada, MR!
      Apenas tenho estas duas que aparecem na montra e são um "mimo". 😊

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