Só agora, tenho a satisfação de apreciar, com minúcia de pormenor, o conteúdo do aliciante "Convite" relacionado com a pedagógica Exposição - patente, na Cidade natal do Autor de "HÚMUS", até 31 de Julho -, que espero poder visitar, numa próxima oportunidade (em princípio, na segunda quinzena de Junho).
Muito curiosa, particularmente, a natural referência à especialista na biobibliografia Brandoniana MARIA JOÃO REYNAUD, a quem se deve, entre outros contributos, uma "Recensão crítica" [in, Revista "COLÓQUIO/Letras", n.º 86, 1985, pp.100-102] ao volume intitulado "Os Operários", um trabalho iniciado por RAUL BRANDÃO em 1923, o qual, porém, ficaria inédito até 1984, ano em que TÚLIO Ramires FERRO (1922-2009) organizou os respectivos textos, acompanhados por um exaustivo e elogioso estudo, numa preciosa edição da Imprensa Nacional.
Ainda a propósito da comovente solidariedade de RAUL BRANDÃO com os pobres "PESCADORES" e "a vida humilde do Povo português", convém (re)lembrar que estamos a um ano da comemoração do centenário da publicação do seu belíssimo livro "AS ILHAS DESCONHECIDAS: Notas e Paisagens" (Lisboa, Tip. da Empresa do Anuário Comercial, 1.ª ed., 1927), entretanto reeditado (por exemplo, pela Quetzal, em 2011).
Uma Obra que, apesar do inconfundível "estilo impressionista" do notável Autor Portuense, que nos convida a ficarmos maravilhados com os esplêndidos panoramas ("de cortar a respiração") dos Arquipélagos da Madeira e dos AÇORES, não mereceu ainda a (mais) entusiástica e adequada divulgação, sobretudo entre as novas gerações de Leitores...
RAUL BRANDÃO (1867-1930), um escritor de facto diversificado, que aliou a infinita curiosidade ao contacto constante e humano com o próprio Mundo do Trabalho!
Prezado Fernando Firmino, Para lamento meu, ainda não tive a disponibilidade necessária para deliciar-me com a tão apelativa exposição sobre Raul Brandão. O autor de Húmus ou d'Os Pescadores, merece toda a nossa atenção. Saudações literárias.
Impõe-se aqui reconhecer o meu lamentável (e deveras estranho) LAPSO! De facto, onde se lê (no final do segundo parágrafo) "Imprensa Nacional", deve ler-se, como é óbvio, "Biblioteca Nacional [de Portugal]"... As minhas elementares desculpas.
Imperdível, para quem gostar de Raul Brandão (o meu caso) ou morar perto do Porto (o seu caso).
ResponderEliminarDepois conte, ok?
Um abraço literário!🤗📚
É mesmo imperdível!
EliminarDepois conto.
Um abraço. 🤗
Só agora, tenho a satisfação de apreciar, com minúcia de pormenor, o conteúdo do aliciante "Convite" relacionado com a pedagógica Exposição - patente, na Cidade natal do Autor de "HÚMUS", até 31 de Julho -, que espero poder visitar, numa próxima oportunidade (em princípio, na segunda quinzena de Junho).
ResponderEliminarMuito curiosa, particularmente, a natural referência à especialista na biobibliografia Brandoniana MARIA JOÃO REYNAUD, a quem se deve, entre outros contributos, uma "Recensão crítica" [in, Revista "COLÓQUIO/Letras", n.º 86, 1985, pp.100-102] ao volume intitulado "Os Operários", um trabalho iniciado por RAUL BRANDÃO em 1923, o qual, porém, ficaria inédito até 1984, ano em que TÚLIO Ramires FERRO (1922-2009) organizou os respectivos textos, acompanhados por um exaustivo e elogioso estudo, numa preciosa edição da Imprensa Nacional.
Ainda a propósito da comovente solidariedade de RAUL BRANDÃO com os pobres "PESCADORES" e "a vida humilde do Povo português", convém (re)lembrar que estamos a um ano da comemoração do centenário da publicação do seu belíssimo livro "AS ILHAS DESCONHECIDAS: Notas e Paisagens" (Lisboa, Tip. da Empresa do Anuário Comercial, 1.ª ed., 1927), entretanto reeditado (por exemplo, pela Quetzal, em 2011).
Uma Obra que, apesar do inconfundível "estilo impressionista" do notável Autor Portuense, que nos convida a ficarmos maravilhados com os esplêndidos panoramas ("de cortar a respiração") dos Arquipélagos da Madeira e dos AÇORES, não mereceu ainda a (mais) entusiástica e adequada divulgação, sobretudo entre as novas gerações de Leitores...
RAUL BRANDÃO (1867-1930), um escritor de facto diversificado, que aliou a infinita curiosidade ao contacto constante e humano com o próprio Mundo do Trabalho!
Prezado Fernando Firmino,
EliminarPara lamento meu, ainda não tive a disponibilidade necessária para deliciar-me com a tão apelativa exposição sobre Raul Brandão.
O autor de Húmus ou d'Os Pescadores, merece toda a nossa atenção.
Saudações literárias.
Impõe-se aqui reconhecer o meu lamentável (e deveras estranho) LAPSO! De facto, onde se lê (no final do segundo parágrafo) "Imprensa Nacional", deve ler-se, como é óbvio, "Biblioteca Nacional [de Portugal]"... As minhas elementares desculpas.
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