07/10/23


 
Murat, Luis – Ondas – III série. Poesia. Porto, Liv. Chardron, de Lello & Irmão, 1910. De 22x14,7 cm.; com 338 págs. Apresenta o retrato do autor. 
Enc. editorial em tela € 30,00

Luís Morton Barreto Murat, jornalista, poeta, filósofo e político, nasceu em Itaguaí, RJ, em 4 de Maio de 1861, e faleceu no Rio de Janeiro, em 3 de Julho de 1929.

05/10/23

Prémio Nobel da Literatura de 2023

                                                         (daqui)

 O norueguês Jon Fosse (1959), é o mais recente vencedor do 
Prémio Nobel da Literatura.

04/10/23

Nuno Canavez — 75 Anos de Atividade Alfarrabista

HOMENAGEM AO DECANO DOS LIVREIROS PORTUENSES

Com Luís Valente de Oliveira, Fátima Vieira, Herculano Ferreira e Germano Silva

Auditório da Biblioteca Almeida Garrett  -  Data: Quarta-feira, 11/10/2023 


A homenagem terá lugar no Auditório da Biblioteca Almeida Garrett, com início pelas 18h (entrada livre). Sobre o programa, vejam p.f. as páginas que anunciam o evento nos canais de comunicação do Museu, das Bibliotecas e no Facebook.

Seguindo-se, a partir das 19h30, um jantar comemorativo, que terá lugar no restaurante da Biblioteca (piso inferior do mesmo edifício).
Estão abertas as inscrições. Saiba mais aqui.
88 Leituras sobre Macau - Macau, Livros do Oriente, 1995. Texto Introdutório de Emílio Remelhe. Selecção de Textos: Cecília Jorge. De 30,6x24,7 cm.; com 184 págs. Profusamente ilustrado.
Enc. editorial € 40,00

Encontra-se em caixa própria.

 


Humberto Fonseca - Fotografia. Famalicão, C. M. de Famalicão, 1998. Textos de Maria de Lourdes Brandão e Artur Sá da Costa. Prefácio de Agostinho Fernandes, Presidente da Câmara. De 29x26,4 cm.; com 186 págs. Profusamente ilustrado com dezenas de fotografias.
Br. € 30,00

Humberto de Pestana Vellosa Camacho da Fonseca nasceu a 5 de novembro de 1877, na freguesia da Lapa, em Lisboa, e passou os primeiros anos da sua vida com os avós. Sua avó Luisa Augusta era aia da rainha D. Amélia. Há fotografias dele aprendendo a andar a cavalo com o Príncipe D. Fernando, e velejando com o Príncipe D. Luís.


Humberto trabalhava com o pai, ajudando-o nos seus negócios. Mas era um artista apaixonado pela fotografia, andando sempre com uma máquina, fotografando tudo o que o cercava, as pontes romanas, os campos, os caminhos e as pessoas de aldeia, os recantos pitorescos da Quinta, a azáfama das vindimas e das desfolhadas, os passeios pelo rio Leça, os picnics elegantes, as reuniões de família, os seus amigos, os barcos, Lemenhe, o Porto, Leça, Vila Nova Famalicão e arredores.

Deixou cerca de duas mil fotografias que são o retrato de uma época. Ele revelava as fotografias num estúdio que montou na Quinta do Chouso, com aparelhos que mandou fazer.

Foi fundador do Orfeão Portuense. Autodidata em música, tocava piano, guitarra e viola baixo. Foi uma das cem primeiras pessoas a ter carta de automóvel em Portugal. Como era monárquico, foi perseguido nos tempos agitados da implantação da República em Portugal. Por isso deixou o Porto e refugiou-se na Casa da Cotovia, em Lemenhe, desenhada e construída por ele próprio com alguns operários. Só anos mais tarde, quando os sogros faleceram, é que passou a viver com a família na Quinta do Chouso, onde morreu a 21 de março de 1940, com pneumonia, estando enterrado no cemitério da Lapa, no Porto.

A coleção de fotografia foi doada por Fernando Fonseca, neto de Humberto Fonseca, ao município de V.N. Famalicão. A coleção possui cerca de 958 chapas de vidro. 

03/10/23



Nemésio, Vitorino - Era do átomo. Crise do homem - Amadora, Livraria Bertrand, 1976. 
De 18,3x11,5 cm.; com 145-I págs.
Br. € 20,00

1.ª Edição.

Colecção «Ciências Sociais e Humanas», 19.

02/10/23




Cunha, Pe. Manuel Augusto da - História do Culto de Nossa Senhora do Desterro. Em Arada - Ovar - Porto, 1979. De 21x14 cm.; com 129-II págs. Ilustrado.
Br. € 15,00

Exemplar estimado.

30/09/23


Pontes, Joana e Marinho, Luís - 100 Imagens, 100 Legendas. O Século XX Português - Lisboa, Edição SIC, 2001. Pesquisa e Documentação. Maria João Silva. De 27x24 cm.; de págs. inumeradas. Profusamente ilustrado.
Br. € 35,00

Alguns capítulos:
Da Monarquia à Republica. Guerra de 1914-18 e outras guerras. A Nostalgia da 
convivência. Sociedade portuguesa no início do século. A guerra colonial. O tufão Delgado, entre outros.

29/09/23



Almeida, Ten. Cor. Bello de - Operações Militares na Região da Sanga, do Concelho de Novo Redondo, em 1893 - Lisboa, Agência Geral das Colónias, 1942. De 20x15 cm.; com 50-II págs.
Br. € 12,50

Colecção «Pelo Império», 78.
Estimado.




Guimarães, Luiz A. de Pina - Campanha do Humbe: 1897-98 - Lisboa, Agência Geral das Colónias, 1938. De 20x15 cm.; com 33-II págs. Ilustrado.
Br. € 12,50

Colecção «Pelo Império», 44.



Moreno, Major Mateus - Fastos Militares da Ocupação do sul de Angola - Lisboa, Agência Geral das Colónias, 1945. De 20x15 cm.; com 54-I págs. Ilustrado.
Br. € 12,50

Colecção «Pelo Império», 91.
Estimado.



Almeida, Ten. Cor. Bello de - As últimas campanhas do Libolo em 1905 e 1908 e o Cap. Antero de Carvalho Magalhães - Lisboa, Agência Geral das Colónias, 1940. De 20x15 cm.; com XVI-61-II págs. Ilustrado.
Br. € 12,50

Colecção «Pelo Império», 65.

28/09/23

Ribeiro, Grácio – Deportados – Lisboa, 1972. 
De 19x13,3 cm.; com 286-II págs. Com o retrato do autor, a bordo do "Gil Eanes".
Br. € 20,00

Toda a documentação de José Grácio Ribeiro foi "doada à Torre do Tombo em Agosto de 1996, por D. Susana Ribeiro, sua filha. 
Originais manuscritos e dactilografados de romances, poesia e outros escritos literários da autoria de Grácio Ribeiro, e alguns documentos referentes ao jornal por ele fundado, o Agora, de que também existem alguns exemplares. Um dos cadernos é de receitas culinárias, e o outro de apontamentos sobre diversos temas ordenados alfabeticamente." (daqui)

27/09/23

Guedes, Rui – Francisco Sá Carneiro: Fotobiografia – Venda Nova, Bertrand Editora, 1994. In-oblongo, de 25x34 cm.; de págs. inumeradas. Magnífica e profusamente ilustrado.
Enc. editorial em tela € 45,00

Cuidada edição. Estimado.

In Memoriam de Aníbal Fernandes Tomás – Lisboa, Livraria Universal de Armando Tavares, 1924. Organizado por Eloy do Amaral e Cardoso Martha. De 23,5x17,4 cm.; com XVIII-239-I págs. Ilustrado.
Brochado € 50,00

“D’este In Memoriam, tiraram-se apenas cento e cinquenta exemplares, numerados”, sendo este o n.º 1, assinado por Eloy do Amaral.
A lombada acusa algum uso.

Aníbal Fernandes Tomás, embora tenha nascido na Figueira da Foz, a 9 de Abril de 1849 e sendo sobrinho-neto do Desembargador Manuel Fernandes Tomás, foi com 3 anos de idade para a Lousã acompanhando o seu pai João Pedro Fernandes Tomás Pippa e sua mãe Maria José Batista. Esta ida precoce e os muitos anos que viveu na Lousã permitiu que fosse considerado um Lousanense.
Estudou em Coimbra e frequentou Direito na respectiva Universidade, mas a morte subitamente do seu pai, escrivão do Tribunal da Comarca da Lousã, obrigou-o a deixar os estudos e assumir o lugar do pai. Iria depois para Lisboa, para o Tribunal da Boa-hora, e regressou à Lousã já como herdeiro por testamento da Viscondessa do Espinhal (não deixou descendentes) de todos os seus bens onde se incluía o Palácio dos Salazares (hoje, Hotel Palácio da Lousã), a Casa Amarela e outros bens e rendimentos. Funda o primeiro jornal Lousanense, em 1885, com o nome de “Jornal da Lousã” e a primeira tipografia no rés-do-chão do Palácio.
Foi o maior bibliógrafo do final do seculo XIX, escreveu para imensas revistas e jornais, publicou livros e era imensamente visitado pelos maiores e mais importantes escritores e editores da época, fruto da sua imensa colecção bibliográfica, única no país, que constantemente era procurado por estes para colherem informação.

 

Lema, Paula Bordalo – Tourém: uma aldeia raiana do Barroso – Lisboa, Inst. Nac. de Invest. Científica, 1978. De 19x13 cm.; com 195-XLVI págs. Enriquecido com XXIII estampas. 
Br. € 20,00

Colecção «Chorographia».
 
Capa de brochura bastante cansada.  
Miolo estimado.

26/09/23

Passos, Carlos de - Vieira Portuense - Porto, Portucalense editora, 1953. De 28x22 cm.; com 117-IV págs. Profusamente ilustrado a p.b e a cores, em folhas à parte. 
Enc. do editor em inteira pele € 50,00

Exemplar estimado, apesar de apresentar algumas manchas de acidez.

"Francisco Vieira, nasceu no Porto a 13 de Maio de 1765.
Não existem muitas referências documentais sobre a sua juventude. Pensa-se que terá aprendido a pintar com o pai e com os pintores João Glama Strobërle (1708-1792) e Jean Pillment (1728-1808) e que terá frequentado a Aula de Debuxo e Desenho do Porto.
A aprendizagem no ensino oficial iniciou-se em 1787, quando a 15 de Fevereiro se inscreveu como aluno extraordinário na recém-criada Aula Régia de Desenho, em Lisboa.
Dois anos mais tarde prosseguiu os estudos em Roma, financiado pela família e pela Feitoria Inglesa ou, muito provavelmente, pela Companhia Geral de Agricultura e das Vinhas do Alto Douro.
Vieira Portuense, como ficou conhecido Francisco Vieira para se distinguir de Vieira Lusitano, artista coevo de Lisboa, foi o mais viajado dos artistas portugueses do seu tempo, estudando na Europa onde conviveu com obras de grandes mestres e com os mais relevantes artistas e mecenas. Homem culto e poliglota, Francisco Vieira regressou ao país para partilhar com Domingos Sequeira, seu rival, o estatuto de pintor do regente D. João VI." (daqui)


Redol, Alves - A França. Da Resistência à Renascença -  Lisboa, Editorial Inquérito / Editorial Cosmos, S/d. [1949]. De 25x19,4 cm.; com 575 págs. Profusamente ilustrado a preto e a cores. 
Enc.€ 45,00

Exemplar com alguma acidez.
Apresenta uma assinatura de posse.

25/09/23

O CUNHA – Almanaque Humorístico do Porto (1908). 3.º Anno. Porto, Propriedade da Emp. do Almanach Humorístico e Illustrado «O Cunha», 1907. Directores: Luiz Caldeira e Germano C. Ferreira. De 23x16 cm.; com 192 págs. Profusamente ilustrado. Capa de Manuel Monterroso. 
Enc. editorial € 180,00

Raro. Possui dedicatória dos editores. 
A lombada encontra-se cansada.

Apresenta charadas, poemas, pensamentos, quadras, provérbios, publicidade, textos diversos de cariz literário, político, artístico, histórico…

 
O CUNHA – Almanaque Humorístico do Porto (1909). 4.º Anno. Porto, Commercio do Porto, 1908. Directores: Luiz Caldeira e Germano C. Ferreira. 
De 23x16,7 cm.; com 240 págs. Profusamente ilustrado. Capa de Manuel Monterroso. 
Enc. editorial € 150,00

Raro. 
A encadernação apresenta os cantos um pouco gastos.