03/05/19

Castro, Eugénio de – Obras Poéticas de... - Lisboa, Editora LVMEN, 1927-1944. In-8.º; 10 volumes. Quase todos os volumes apresentam um retrato de Eugénio de Castro. 
Brochados € 100,00

Vol. I - Oaristos. Horas. Silva. Vol. II – Interlvnio. Belkiss. Tiresias. Vol. III – Sagramor. Vol. IV – Salomé. A Nereide de Harlém. O Rei Galaor. Saudades do Céu. Vol. V – Constança. Depois da Ceifa. A Sombra do Quadrante. Vol. VI – O Anel de Polícrates. A Fonte do Sátiro. Vol. VII – Poesias de Goethe. O Filho Pródigo. O Cavaleiro das Mãos Irresistíveis. Vol. VIII – Camafeus Romanos. A Tentação de S. Macáro. Canções desta Negra Vida. Vol IX – Cravos de Papel. A Mantilha de medronhos. A caixinha das cem conchas. Vol. X – Descendo a encosta. Chamas duma candeia velha.

Durão, Américo – Tântalo – Sonetos. 2.ª edição. Lisboa, 1946. In-8.º; de 109-VI págs.
Br. € 15,00

Américo de Oliveira Durão, era natural do Couço, concelho de Coruche, distrito de Santarém. Nasceu no dia 26 de Outubro de 1896 e faleceu em 1969, aos 72 anos.
Aprendeu as primeiras letras, tendo feito o curso liceal em Leiria, cidade onde viviam os avós maternos. Concluídos os estudos secundários, ingressa na Faculdade de Direito de Lisboa, no ano de 1917, ano em que Florbela Espanca ali chega vinda de Évora, e com quem se relacionou profundamente no aspecto literário.   (daqui)

02/05/19

Lopes, Joaquim - Silva Porto – S/l, 1955. In-8.º; de 15-I págs. Enriquecido com 5 ilustrações a p. b.
Br. € 15,00

Separata da Revista “Ocidente” - volume XLIX – 1955. Exemplar estimado. 

António Carvalho da Silva nasceu na freguesia da Sé do Porto a 11 de Novembro de 1850. 
A família Carvalho da Silva vivia no mais antigo bairro da cidade. Primeiro, na Rua da Ponte Nova e, depois, na Rua de Santo António do Penedo, locais onde o reservado jovem - segundo o definem os seus biógrafos - seguiu as orientações educativas e morais do progenitor.
Diz-se que por causa do seu bairrismo, de moto próprio terá adoptado o apelido "Porto". Depois de terminado o ensino primário, Silva Porto ingressou na Escola Industrial. O director desta escola, Guilherme Correia, ao reconhecer o seu talento apresentou-o ao irmão, João António Correia, futuro professor do aspirante a artista.

Em 1865, matriculou-se na Academia Portuense de Belas Artes, instituição onde frequentou vários cursos, sempre com excelente aproveitamento (obteve dezoito valores a Escultura e Pintura Histórica e vinte a Arquitectura) e foi discípulo dos pintores João Correia e Thadeo d' Almeida Furtado. Em 1869, participou na X Exposição Trienal da Academia Portuense de Belas Artes.

Aos vinte e três anos de idade inscreveu-se no Concurso de Pintura de Paisagem para o Pensionato em Paris, sendo aprovado por unanimidade em Agosto de 1873, na sequência da desistência do candidato Artur Loureiro. (ler mais)

30/04/19


Montecúccolo, Pe. João  António Cavazzi de - Descrição Históriaca dos Três Reinos do Congo, Matamba e Angola – Lisboa, Junta de Investigações do Ultramar, 1965. Tradução, notas e índices pelo Pe. Graciano Maria de Leguzzano. Introdução biobibliographica por F. Leite de Faria. In-4.º; 2 volumes; de LVIII-428-II/492-V págs. Ilustrados no texto e em folhas à parte. Com alguns mapas desdobráveis. 
Enc. do editor com sobrecapa € 85,00
 
«Agrupamento de Estudos de Cartografia Antiga», secção de Lisboa, 2.

Ambos os volumes estimados.

29/04/19


Ortigão, Ramalho - Em Espanha - Sintra, Colares Editora, 2019. Prefácio de Hugo Pinto Santos. In-8.º; de 126-IV págs. Ilustrado.
Br. € 14,70

Novidade.


"Ramalho Ortigão: um colecionador de emoções, um obsessivo observador, um viajante que armazena conhecimento pelo prazer de o oferecer a Portugal. É um escritor com quem se partilha a sociedade do Séc. XIX, se visita A Holanda e a Inglaterra, passando com grande interesse pela Exposição Universal de Paris, a qual nos relata pormenorizadamente. Todavia, este seu lado internacional não o inibiu de descobrir todas As Praias de Portugal e de realizar o levantamento descritivo de Banhos de Caldas e Águas Minerais. Ao percorrer Pela Terra Alheia fixa a sua atenção EM ESPANHA, e retrata em fino recorte, os costumes, a energia e a coragem deste país.
Na Arte refere: Goya achou a nota da máxima violência que pode atingir a energia de uma concepção estética. Destaca: Velasquez é de per si só toda uma escola, todo um museu. A sua obra prodigiosa é a história inteira de um século.
E ainda EM ESPANHA Ramalho Ortigão acrescenta: A Espanha poderá ter longas paralisações no seu progresso, poderá ficar por muito estacionária na política, na literatura, na filosofia social. Enquanto ela, porém, conservar nos seus museus as obras magistrais dos seus grandes pintores, esse facto de per si só bastará, como uma instituição incorruptível, para manter vivo e fecundo no espírito do povo o alto senso estético, que é um dos grandes agentes do progresso, assim como é a mais sólida base da dignidade e do brio, de uma nação culta."

27/04/19


In Memoriam - Doutor Pedro Vitorino –  Porto, Fernando Machado & C.ª, 1945. Publicação organizada pelo Boletim Douro-Litoral. In-4.º; de 212 págs. Profusamente ilustrado no texto e em folhas à parte.
Brochado € 30,00

Tiragem de 750 exemplares.

Exemplar com falta da parte inferior da lombada.
Capa de brochura a acusar algum desgaste.

"Joaquim Pedro Vitorino Ribeiro nasceu no n.º 204 da Rua do Bonfim, a 20 de Janeiro de 1882. Era o mais velho dos três filhos do pintor e colecionador Joaquim Vitorino Ribeiro e de D. Lucinda Lucrécia de Freitas Ribeiro.
Entre 1895 e 1902 estudou no Liceu Central do Porto, onde fez todos os exames, com exceção do exame de Alemão, que foi realizado no Liceu Central de Braga (1904). Passou, ainda, pelo Instituto Industrial do Porto (1901-1902).
Logo de seguida, frequentou a Academia Politécnica do Porto (1902-1905).

 Deste estabelecimento de ensino transitou para a Escola Médico-Cirúrgica do Porto, onde, em 1910, concluiu o curso de Medicina com a defesa da tese "Socorros de urgência - Breves Notas". De seguida, partiu para Paris, onde se especializou em Radiologia.

Regressou ao Porto em 1911. Em 1919, foi nomeado clínico auxiliar da Santa Casa da Misericórdia e chefe do Laboratório de Radiologia e Fotografia da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, onde, desde 1913, exercia as funções de chefe do Gabinete de Fotografia e Eletroterapia.

Em paralelo com a formação académica e a carreira médica, desenvolveu muitas outras atividades humanitárias e culturais. Foi militar (voluntário de Infantaria em 1901, alferes em 1911, tenente-médico em 1915 e capitão em 1918), tendo chegado a participar na I Guerra Mundial, pois integrou como capitão-médico miliciano o Corpo Expedicionário Português que partiu para Paris em Abril de 1918."  (daqui)

26/04/19

Maria Mendes - Bial, S. Mamede do Coronado, 1993. Textos de Luísa Dacosta, Vitor Silva Tavares e Alberto Pimenta. In-4.º; de 91 págs. Profusamente ilustrado a cores, com reproduções de quadros de Maria Mendes. Enc. editorial em tela € 35,00

Conserva a sobrecapa.
Estimado. 

Maria Esmeralda Mendes - nascida a 8 de Janeiro de 1943 no Caramulo. A instrução em desenho obteve-a na Escola António Arroios de Artes Decorativas. Uma das ocupações que mais a preencheram, além do desenho e da pintura, foi a escrita. A certa altura a escrita passou a representar-se-lhe como actividade de significado primordial. Vários jornais (por ex. República, o Século e o Diário) publicaram pequenos contos e poesias da sua autoria.
Foi para a Holanda em 1971, onde se consagrou mais ao desenho e à pintura. Os seus trabalhos foram mostrados diversas vezes, tanto em exposições levadas a cabo na Holanda como em Portugal.

25/04/19

25 de Abril

Cartaz da Secretaria de Estado da Comunicação Social
 Direcção Geral de Divulgação, Abril 1977

As Portas que Abril Abriu

Era uma vez um país
onde entre o mar e a guerra
vivia o mais infeliz
dos povos à beira-terra. 

Onde entre vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
um povo se debruçava
como um vime de tristeza
sobre um rio onde mirava
a sua própria pobreza.

Era uma vez um país
onde o pão era contado
onde quem tinha a raiz
tinha o fruto arrecadado
onde quem tinha o dinheiro
tinha o operário algemado
onde suava o ceifeiro
que dormia com o gado
onde tossia o mineiro
em Aljustrel ajustado
onde morria primeiro
quem nascia desgraçado.

Era uma vez um país
de tal maneira explorado
pelos consórcios fabris
pelo mando acumulado
pelas ideias nazis
pelo dinheiro estragado
pelo dobrar da cerviz
pelo trabalho amarrado
que até hoje já se diz
que nos tempos do passado
se chamava esse país
Portugal suicidado.

(...)

Ary dos Santos in As Portas que Abril Abriu. Lisboa, Editorial Comunicação, 1975, p. 3

23/04/19

Dia Mundial do Livro

Ofereça LIVROS!



Livro - o mais perdurável dos amigos.



Teixeira, Nuno Severiano – O Poder e a Guerra (1914-1918) – Objectivos nacionais e estratégias políticas na entrada de Portugal na Grande Guerra. Lisboa, Editorial Estampa, 1996. In-8.º; de 418-I págs. Capa: José Antunes. 
Br. € 15,00

Colecção «Histórias de Portugal», 25. 
Estimado.

20/04/19





Torga, Miguel - Penas do Purgatório - poemas. 3.ª edição. Coimbra, 1976. In-8.º; de 78-I págs. 
Br. € 12,50

Exemplar por abrir.


Torga, Miguel - Libertação - poesia. 4.ª edição. Coimbra, 1978. In-8.º; de 92-II págs.
Br. € 12,50


Exemplar por abrir.



Torga, Miguel - NIHIL SIBI - poesia. 
3.ª edição. Coimbra, 1975. In-8.º; de 80-III págs. 
Br. € 10,00

Exemplar por abrir.
capa de brochura traseira, com ligeira imperfeição.



Telo, António José – O Sidonismo e o Movimento Operário Português. Luta de Classes em Portugal, 1917-1919 - Lisboa, Editora Ulmeiro, 1977. In-8.º; de 326-V págs. 
Br. € 15,00

«Biblioteca Ulmeira», n.º 12. 
Exemplar estimado.

17/04/19




Chardin, Pierre Teilhard de – Comment Je Crois - Paris, Édition du Seuil, 1969. In-8.º; de 294-I págs. Ilustrado. 
Br. € 12,50

«Oeuvres de Pierre Teilhard de Chardin», 10. 
Possui alguns leves sublinhados a fluorescente.



Chardin, Pierre Teilhard de – L’Activation de L´Énergie – Paris, Édition du Seuil, 1963. In-8.º; de 429-II págs. Ilustrado. 
Br. € 12,50

«Oeuvres de Pierre Teilhard de Chardin», 7.
Exemplar estimado.

Vasconcelos, Taborda de - Almerindo Lessa: Aspectos da sua Vida e Obra - Porto, Edições Caixotim, 2009. Prefácio de Armando Moreno. In-8.º; de 146-V págs. Capa de Abílio Silva. Com um retrato do autor. 
Cartonado € 10,00

Exemplar muito estimado.

«O Professor Almerindo de Vasconcelos Lessa foi uma reconhecida personalidade do meio científico e académico português do século XX. Para além da área científica em que foi precursor, a hematologia, dedicou-se, entre muitas outros campos de interesse do seu espírito de humanista, ao estudo e divulgação do pensamento de Pierre Teilhard de Chardin, tendo ocupado cargos relevantes em organizações internacionais europeias, formadas com os mesmos intuitos. Deve-se ao Professor Almerindo Lessa a iniciativa de ter organizado, em 1964 e 1965, dois colóquios internacionais sobre Teilhard de Chardin, que se realizaram no então Instituto Superior de Ciências Sociais e Política Ultramarina, sendo, assim, a justo título que se pode afirmar ter sido ele das primeiras pessoas a estudar e divulgar o pensamento de Teilhard de Chardin em Portugal.»
                                                                                              António Ludovice Paixão
                                                                                                               (daqui)

16/04/19

Maria Alberta Menéres (1930-2019)

A escritora infanto-juvenil e professora Maria Alberta Menéres, faleceu ontem aos 
88 anos.






Jorge, João Miguel Fernandes - Pelo Fim da Tarde - Lisboa, Quetzal Editores, 1989. In-8.º; de 71 págs. Capa de Rogério Petinga.
Br. € 17,50

1.ª Edição. 
 
Colecção «Graffiti».
Exemplar estimado.




Jorge, João Miguel Fernandes - Obra Poética (volume 3): Meridional. Vinte e Nove Poemas. Direito de Mentir - 2.ª edição. Lisboa, Editorial Presença, 1988. In-8.º; de 147-VII págs. 
Br. € 12,50

Exemplar estimado.