20/05/13





Cláudio, Mário - Um Verão Assim // As Máscaras de Sábado - 2.ª edição. Porto, «O Oiro do Dia», 1982. Prefácio de Eduardo Lourenço. In-8.º; de 132-III págs. Br. € 15,00

Valorizado com dedicatória do autor. 

Colecção «Metamorfoses», 23.

Exemplar estimado.

19/05/13

Mário de Sá-Carneiro (1890-1916)


Inter-Sonho  

Numa incerta melodia
Tôda a minh'alma se esconde
Reminiscencias de Aonde
Perturbam-me em nostalgia...

Manhã d'armas! Manhã d'armas!
Romaria! Romaria!

. . . . . . . . . . . . . . .

Tacteio... dobro... resvalo...

. . . . . . . . . . . . . . .

Princesas de fantasia
Desencantam-se das flores...

. . . . . . . . . . . . . . .

Que pesadêlo tão bom...

. . . . . . . . . . . . . . .

Pressinto um grande intervalo,
Deliro todas as côres,
Vivo em roxo e morro em som...

Mário de Sá-Carneiro, in 'Dispersão'



Mário de Sá-Carneiro, nasceu em Lisboa, 
a 19 de Maio de 1890.
Há precisamente 123 anos...
  

17/05/13

Exercício


Com o pente das minhas mãos
penteio-te,
despenteio-te,
ó cabeça de musgo, trigo verde,
bebida fresca
para os meus lábios fundos.

Martins (Albano), Tempo e memória, p. 21




Fonseca, Arthur Lambert da - Salmos & Orações - Poesia. 3.ª edição. Vila do Conde, Edições Bringue, 1970. Prefácio de Jean Cassou. In-8.º; de 70-I págs. 
Br. € 10,00

Exemplar estimado.


16/05/13

Traços Psicológicos

"Nunca senti sauda­des da infância; nunca senti, em verdade, saudades de nada. Sou, por índole, e no sentido directo da palavra, futurista. Não sei ter pessimismo, nem olhar para traz. Que eu saiba ou repare, só a falta de dinheiro (no pró­prio momento) ou um tempo de trovoada (enquanto dura) são capazes de me deprimir. Tenho, do passado, somente saudades de pessoas idas, a quem amei; mas não é a saudade do tempo em que as amei, mas a saudade d'ellas: queria-as vivas hoje, e com a idade que hoje tivessem, se até hoje tivessem vivido. O mais são attitudes literárias, sentidas intensamente por instincto dramático, quer as assigne Álvaro de Campos quer as assigne Fernando Pessoa. São sufficientemente represen­tadas, no tom e na verdade, por aquelle meu breve poema que começa: «Ó sino da minha aldeia...». 
O sino da mi­nha aldeia, é o da Egreja dos Martyres, ali no Chiado. A aldeia em que nasci foi o Largo de S. Carlos, hoje do Directório, e a casa em que nasci foi aquella onde mais tarde (no segundo andar; eu nasci no quarto) haveria de installar-se o Directório Republi­cano. (Nota: a casa estava comndenada a ser notável, mas oxalá 4.º andar dê melhor resultado que o 2.º). 

Carta de Fernando Pessoa a  João Gaspar Simões, em 11-12-1931.
Pessoa, Fernando – Sociologia do Comércio – S/l, C.E.P., S/d. Notas e Postfácio de Petrus. In-8.º, de 111-I págs.
Br. € 35,00

1.ª Edição, em volume.
 
Colecção «Antologia».

Edição restrita, numerada (n.º 257) e rubricada pelo editor Petrus (Pedro Veiga).
Estimado, apesar da capa de brochura apresentar alguma acidez.

"Esta silva de ensaios, artigos, preceitos e reflexões, seleccionados entre quantos Fernando Pessoa consagrou à economia política e à sociologia comercial...".

11/05/13




Príncipe, César - Os Segredos da Censura - Lisboa, Editorial Caminho, 1979. In-8.º; de 156-III págs. Capa e arranjo gráfico: José Araújo. Br. € 15,00

Exemplar estimado.

Colecção «Nosso Mundo», 5.


09/05/13




Klein, Gérard - Emissários do Futuro - Lisboa, Edição «Livros do Brasil», S/d. Tradução de Rogério de Freitas. In-8.º; de 154-VI págs. Capa de Lima de Freitas. Br. € 7,50

Colecção «Argonauta», 82.

Capa de brochura a acusar algum uso, mas miolo estimado.

08/05/13


Lins, Álvaro e Hollanda, Aurélio Buarque de – Roteiro Literário de Portugal e do Brasil – Antologia da língua portuguesa. Segunda edição, revista e melhorada. Vol. I – Portuguêses. Vol. II – Brasileiros. 
Rio de Janeiro, Editora Civilização Brasileira, 1966. In-8.º; 2 volumes; de XIV-369-II / 471-II págs. 
Cartonados  € 30,00

As capas acusam algum uso, mas miolo estimado. 

Com a colaboração de: 
Vol. 1 -  Pai Soares de Taveirós; Dom Dinis; O Livro de Esopo; Fernão Lopes; Gil Vicente; Garcia de Resende; Francisco Sá de Miranda; Damião de Góis; Fernão Mendes Pinto;Camões; Dom Frei Amador de Arrais; Diogo do Couto; Francisco Rodrigues Lôbo; Dom Francisco Manuel de Melo; Pe. António Vieira; Pe. Manuel Bernardes; Filinto Elísio; Tolentino de Almeida; Bocage; Almeida Garrett; Feliciano de Castilho; Camilo; Latino Coelho; Antero de Quental; Gomes Leal; Guerra Junqueiro; Fialho de Almeida; José Leite de Vasconcellos; António Nobre; Raúl Brandão; Camilo Pessanha;  Teixeira de Pascoaes; Fernando Pessoa; Mário de Sá-Carneiro; Florbela Espanca; entre outros.

Vol. 2 - Pe. José de Anchieta; Alexandre de Gusmão; Tomás António Gonzaga; Raimundo Azevedo correia; Olavo Bilac; Euclides da Cunha; Afrânio Peixoto; João do Rio; Monteiro Lobato; Graciliano Ramos; Mário de Morais Andrade; Jorge Mateus de Lima; Ronald de Carvalho; Artur Ramos, entre outros.
 
 




Fonseca, António e Angerami; Domingos - Guia do Estado de S. Paulo – 2.ª edição. S. Paulo, 1912. In-8.º; de 385-I págs. + publicidade. Profusamente ilustrado a p. b. e a cores. Apresenta vários mapas desdobráveis e  fotografias panorâmicas. Encadernação com lombada em pele € 50,00
Conserva as capas de brochura.  
Exemplar estimado, mas apresenta uma dedicatória.

07/05/13

No próximo sábado no Porto...

Encontro Postcrossing

A rede Postcrossing é um projecto internacional de troca de postais com utilizadores de quase todo o mundo, concebido e gerido por um casal de portugueses que vive em Berlim. 

O encontro que irá reunir alguns postcrossers e simpatizantes, é um evento não comercial, numa iniciativa simples e espontânea e vai ter início às 10:30 junto à Torre dos Clérigos, com visita à Igreja e à Torre dos Clérigos. Segue-se a visita a algumas livrarias inseridas no Projecto Bairro dos Livros, incluindo a Livraria Lumière. A pausa para almoço vai realizar-se no Café Progresso, com a assinatura de postais, a declamação de textos poéticos e breves notas sobre o património da cidade.
Segue-se uma passagem pelo Mercado Porto-Belo (Praça de Carlos Alberto), uma visita à Igreja do Carmo, Praça Gomes Teixeira (Pç. dos Leões) e Reitoria da Universidade do Porto (antiga Faculdade de Ciências).
O roteiro termina no Jardim das Virtudes com uma confraternização de final de tarde com vistas para o Douro.


Miranda, Francisco Sá de – Comédia dos  Vilhalpandos – Coimbra, Imprensa da Universidade, 1930. Publicada e anotada por A. J. Lopes da Silva. In-8.º; VIII-VII-118 págs. 
Br. € 12,50

«Biblioteca de Escritores Portugueses», série A. 

Lombada um pouco cansada e com algumas falhas. Capa de brochura dianteira com o canto inferior direito quebrado, a acusar algum uso mas miolo estimado.

Apresenta um ex-libris.


Lichnowsky, Príncipe Félix – Portugal: Recordações do Anno de 1842 - Lisboa, Edições Ática, 1946. Prefácio e notas por Castelo Branco Chaves. In-8.º; de 276-VII págs. Enriquecido com algumas gravuras a p. b. Br. € 35,00
 
Colecção «Portugal Visto pelos Estrangeiros», II. 
Exemplar estimado.

06/05/13

Serrão, Joaquim Veríssimo - O Rio de Janeiro no Século XVI - I - Estudo Histórico. II - Documentos dos Arquivos Portugueses - Lisboa, 1965. In-4.º; 2 volumes; 
de 252-II / 167-II págs. Br. € 30,00

Edição da Comissão Nacional das Comemorações do IV Centenário do Rio de Janeiro.

Ambos os volumes estimados. 

"O livro O Rio de Janeiro no século XVI engloba dois volumes: o primeiro, constituindo a monografia histórica, trata do sítio da Guanabara desde as primeiras viagens dos navegadores portugueses, traçando depois a história da cidade de S. Sebastião, até os fins do século XVI. Procura-se integrar esse estudo na história quinhentista do Brasil. Quanto ao volume II, reúne a documentação colhida no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, no Arquivo Histórico Ultramarino e na Biblioteca da Ajuda, visando a formação de um corpus para uso e proveito dos historiadores que se interessam pela história portuguesa do Brasil".

05/05/13

Dia da Mãe

Palavras para a Minha Mãe  

mãe, tenho pena. esperei sempre que entendesses
as palavras que nunca disse e os gestos que nunca fiz.
sei hoje que apenas esperei, mãe, e esperar não é suficiente.

pelas palavras que nunca disse, pelos gestos que me pediste
tanto e eu nunca fui capaz de fazer, quero pedir-te
desculpa, mãe, e sei que pedir desculpa não é suficiente.

às vezes, quero dizer-te tantas coisas que não consigo,
a fotografia em que estou ao teu colo é a fotografia
mais bonita que tenho, gosto de quando estás feliz.

lê isto: mãe, amo-te.

eu sei e tu sabes que poderei sempre fingir que não
escrevi estas palavras, sim, mãe, hei-de fingir que
não escrevi estas palavras, e tu hás-de fingir que não
as leste, somos assim, mãe, mas eu sei e tu sabes.


José Luís Peixoto, in "A Casa, a Escuridão"

02/05/13

Fontbrune, Jean-Charles de - História e Profecia dos Papas - Mem Martins, Publicações Europa-América, 1988. Tradução de Ana Rabaça. In-8.º; de 336-I págs. Ilustrado a p. b. Br. € 10,00

Colecção «Portas do Desconhecido», 71.

Exemplar estimado, mas apresenta uma assinatura de posse.

"Graças a um método rigoroso, elaborado no estudo das profecias  de Nostradumo, Jean-Charles de Fontbrune conseguiu, a partir de Abril de 1980, anunciar a vitória do socialismo, os riscos  de assassínio de João  Paulo II, as perseguições contra a igreja na Polónia, o assassínio de Sadate, a guerra das Malvinas, etc.".

Jiménez, Juan Ramón - Segunda Antolojía Poética (1898-1918) - Madrid, Editorial Espasa-Calpe, 1969. In-8.º; de 264 págs. Br. € 10,00

Colección «Austral», 1460. 

Apresenta uma assinatura de posse na folha de rosto.


"El más alto lírico español del siglo XX nació el 24 de diciembre de 1881 en Moguer (Huelva) y murió en San Juan de Puerto Rico el 29 de mayo de 1959. Juan Ramón representa la pureza, la vocación poética cumplida con ascetismo y renuncia al resto. Tuvo exigencias implacables para sí y para los otros, un amor inflexible y único a la poesia".

26/04/13



Aguiar, Joaquim - A Ilusão do Poder - análise do sistema partidário português (1976-1982) - Lisboa, Publicações Dom Quixote, 1983. In-8.º; de 324 págs. Br. € 10,00

1.ª Edição.

Colecção «Participar», 20.

Capa de brochura a acusar algum uso, mas miolo estimado.
Apresenta uma pequena assinatura de posse na folha de rosto.

25/04/13

Obra e Graça de Abril

Algo semelhante
e de repente um empurrão
da ponte abaixo.

Ou uma bala que voa
ao teu encontro, vinda
de nenhures, assobiando.

Ou tu algemado e
no gume de baionetas.

Ou seres nomeado
da forma mais vil.

Ou conheceres o cárcere
na vastidão das ruas.

Vícios, défices,
ultrajes
que já só de memória.
já só nos alforges
da memória. Por
obra e graça de Abril.


A. M. Pires Cabral
[De A Poesia Está na Rua]

25 de Abril

  
  


Esta é a madrugada que eu esperava 
O dia inicial inteiro e limpo 
Onde emergimos da noite e do silêncio 
E livres habitamos a substância do tempo

Sophia de Mello Breyner Andresen
[De O Nome das Coisas]

23/04/13

Dia Mundial do Livro / 2013

Obrigada, MR!

A opulência de um Reino não só consiste na abundância das riquezas, senão também na afluência das palavras; e assim, pelo contrário, todo o Reino, falto de palavras, é pobre.

Rafael Bluteau, 1712

Dia Mundial do Livro / 2013

Sondagem

O carteiro, conversador amável, não gosta de livros. Tornam pesada a carga matinal, que na sua opinião, e dado o seu nome burocrático, devia constituir-se apenas de cartas. No máximo algum jornalzinho leve, mas esses pacotes e mais pacotes que o senhor recebe, ler tudo isso deve ser de morte!

Explico-lhe que não é preciso ler tudo isso, e ele muito se admira:

─ Então o senhor guarda sem ler? E como é que sabe o que tem no miolo?

─ Em primeiro lugar, Teodorico, nem sempre eu guardo. Às vezes dou aos amigos, quando há alguma coisa que possa interessar a eles.

─ Mas como sabe que pode interessar, se não leu?

Esclareço a Teodorico que não leio de ponta a ponta, mas sempre abro ao acaso, leio uma página ou umas linhas, passo os olhos no índice, e concluo.

Meu crédito diminui sensivelmente a seus olhos. Não lhe passaria pela cabeça receber qualquer coisa do correio sem ler inteirinha.

─ Mas, Teodorico, quando você compra um jornal se sente obrigado a ler tudo que está nele?

─ Aí é diferente. Eu compro o jornal para ver os crimes, o resultado do seu-talão-vale-um-milhão etc. Leio aquilo que me interessa.

─ Eu também leio aquilo que me interessa.

─ Com o devido respeito, mas quem lhe mandou o livro desejava que o senhor lesse tudinho.
─ Bem, faz-se o possível, mas...

─ Eu sei, eu sei. O senhor não tem tempo.

─ É.

─ Mas quem escreveu, coitado! Esse perdeu o seu latim, como se diz.

─ Será que perdeu? Teve satisfação em escrever, esvaziou a alma, está acabado.

A idéia de que escrever é esvaziar a alma perturbou meu carteiro, tanto quanto percebo em seu rosto magro e sulcado.

─ Não leva a mal?

─ Não levo a mal o quê?

─ Eu lhe dizer que nesse caso carece prestar mais atenção ainda nos livros, muito mais! Se um cidadão vem à sua casa e pede licença para contar um desgosto de família, uma dor forte, dor-de-cotovelo, vamos dizer assim, será que o senhor não escutava o lacrimal dele com todo o acatamento?

─ Teodorico, você está esticando demais o meu pensamento. Nem todo livro representa uma confissão do autor, ainda ontem você me trouxe uma publicação do Itamaraty sobre o desenvolvimento da OPA, * que drama de sentimento há nisso?

─ Bem, nessas condições...

─ E depois, no caso de ter uma dor moral, escrevendo o livro o camarada desabafa, entende? Pouco importa que seja lido ou não, isso é outra coisa.

Ficou pensativo; à procura de argumento? Enquanto isso, eu meditava a curiosidade de um carteiro que se queixa de carregar muitos livros e ao mesmo tempo reprova que outros não os leiam integralmente.

─ Tem razão. Não adianta mesmo escrever.

─ Como não adianta? Lava o espírito.

─ No meu fraco raciocínio, tudo é encadeado neste mundo. Ou devia ser. Uma coisa nunca acontece sozinha nem acaba sozinha. Se a pessoa, vamos dizer, eu, só para armar um exemplo, se eu escrevo um livro, deve existir um outro ─ o senhor, numa hipótese ─ para receber e ler esse livro. Mas se o senhor não liga a mínima, foi besteira eu fazer esse esforço, e isso é o que acontece com a maioria, estou vendo.

─ Teodorico! Você... escreveu um livro?

Virou o rosto.

─ De poesia, mas agora não adianta eu lhe oferecer um exemplar. Até segunda, bom domingo para o senhor.

─ Escute aqui, Teodorico...

─ Bem, já que o senhor insiste, aqui está o seu volume, não repare os defeitos, ouviu? Esvaziei bastante a alma, tudo não era possível!


Andrade, Carlos Drummond de (1963) - A Bôlsa & A Vida -  2.ª edição, p. 74 a 77.

Dia Mundial do Livro / 2013

The Production of Medieval Manuscripts 

22/04/13

Torre dos Clérigos: 250 anos


Da autoria de Nicolau Nasoni e construída entre 1754 e 1763, a Torre dos Clérigos comemora este ano, 250 anos da sua existência. 
Classificada como monumento nacional desde 1910, é considerada o ex-libris da cidade do Porto.


19/04/13



Costa, Gomes da (Filho) – Porque Cegou Camilo?... – estudo retrospectivo da cegueira do mártir de S. Miguel de Seide. Porto, Liv. Latina, 1955. In-8.º; de 38-II págs. Com um desenho de Camilo por A. Luís. Brochado € 15,00

Exemplar numerado e rubricado pela Exma. Sr.ª Dona Flora Castelo Branco.


Nazaré, João Ranita da – Momentos Vocais do Baixo Alentejo – Cancioneiro da Tradição Oral. Lisboa, INCM, 1986. In-4.º; de 416-IV págs. Enc. do editor € 40,00

Magnífico trabalho de pesquisa, que comporta o “levantamento de 125 cantares do Baixo Alentejo, que nos dizem, geralmente, como amavam, trabalhavam, rezavam e sofriam os seus povos”. 

Muito estimado. 
Com falta do disco de pesquisa científica.

17/04/13



Mattock, Mark - Guia Prático das Rosas - Lisboa, Editorial Presença, 1983. Tradução de Maria do Carmo Cary. In-8.º; de 179 págs. Magnificamente ilustrado a cores com dezenas de fotografias. Br. € 10,00

Colecção «Habitat», 35.
Exemplar estimado.




Ferri, Mario Guimaraes; Menezes, Nanusa L. de ; Monteiro-Scanavacca, Walkyria Rossi - Glossário de Têrmos Botânicos - São Paulo, Editôra Edgard & Blücher, 1969. In-8.º; de X-198-III págs. Br. € 12,50

Exemplar estimado.

13/04/13



Pimentel, Alberto – O Porto por Fora e por Dentro – Porto, Livraria Internacional de Ernesto Chardron, 1878. In-8.º; de 277-III págs. 
Br. € 90,00

1.ª Edição. 

Exemplar estimado e por abrir, apesar da capa de brochura precisar de alguns pequenos restauros, devido à fragilidade do papel.

12/04/13





Stein, Joseph - Um violino no telhado -  (Fiddler on the Roof). Lisboa, Editora Futura, 1972. Tradução e prefácio de Manuel de Seabra. In-8.º; de  184-XXXV págs. Profusamente ilustrado. Br. € 10,00

Capa de brochura a acusar algum uso, mas miolo estimado.

Uma das grandes obras do teatro musicado americano.

11/04/13

"Livros do Cávado"

A biblioteca mais pequena de Portugal... 


Jornal de Notícias - 10.04.2013



Joyce, Patrícia - Terra, Gente e Quase Gente - cenas vividas. Lisboa, Sociedade de Expansão Cultural, S/d. (1979). In-8.º; de 119-IV págs. Capa de Júlio Gil. 
Br. € 15,00

1.ª Edição.

Exemplar estimado.
A Lumière chama pela Primavera... 






Onde estás?














Por onde andas?
































Que não te vejo!...

08/04/13

Biblioteca Bairro dos Livros

 Logos_BibliotecaCHP+BL

Ajude-nos a construir a Biblioteca Bairro dos Livros para os Utentes do Hospital de Santo António, no Porto! Deixe na rede de livrarias aderente os livros que já não usa ou que tem repetidos lá em casa e faça do Bairro dos Livros também um bairro solidário. Uma só obra já faz a diferença para quem está a receber tratamento no Hospital e sabe que encontra num livro uma boa companhia.
A sua doação ajudar-nos-á a criar uma Biblioteca Bairro dos Livros, que será usada pelos utentes do Hospital de Santo António, no Porto, nos espaços do: Hospital de Dia, Consulta Externa e CICA. Numa primeira fase, o projecto começará por disponibilizar livros nos espaços do CICA e Consulta Externa Pediátricos.
Este projecto é apoiado pela Cultureprint, Crl, pela Livraria Lumière e pela Swedwood/ IKEA.

Perguntas e Respostas
 
Que tipo de livros devo doar?
Todo o tipo de livros: Romances, Ficção, Biografias, Contos, Poesia, mas também livros de História e Literatura Infantil ou Banda-desenhada.
Os livreiros responsáveis pela gestão da Biblioteca encarregar-se-ão de fazer chegar cada tipo de livro ao espaço certo, organizando os títulos por área e por público-alvo.

Onde posso entregar os livros que já não uso?
Pode deixar os seus livros nas livrarias do Bairro aderentes à iniciativa: Lumière, In-Libris, Poetria, Papa-Livros, Manuel Ferreira, Loja da U.P., Utopia e Unicepe. Saiba como doar aqui.

Como chegam os livros à Biblioteca?
A Livraria Lumière e a cooperativa cultural Cultureprint são responsáveis pela recolha, uma vez por mês, dos livros doados, que são, posteriormente, entregues no Hospital de Santo António.

Quem pode requisitar um livro da Biblioteca Bairro dos Livros?
Qualquer utente do Hospital de Dia, da Consulta externa e do CICA, no Hospital de Santo António, é livre de requisitar qualquer obra, de acordo com as regras de utilização definidas pela instituição.

Como posso esclarecer questões relativas à doação de livros para a Biblioteca Bairro dos Livros?
Se ainda tiver alguma dúvida, basta contactar-nos através do endereço de email bairrodoslivros@gmail.com ou da página de Facebook do projecto, em www.facebook.com/bairrodoslivros ou ainda directamente para a Livraria Lumière.

Ajude-nos a ajudar!

Ver entrevista com a enfermeira-chefe. 

Grata pela atenção dispensada,
Cláudia Ribeiro

07/04/13

Almada Negreiros (1893-1870)

Comemoram-se hoje, 120 anos que nasceu Almada Negreiros



 













 


A SOMBRA SOU EU
A minha sombra sou eu,
ela não me segue,
eu estou na minha sombra
e não vou em mim.
Sombra de mim que recebo luz,
sombra atrelada ao que eu nasci,
distância imutável de minha sombra a mim,
toco-me e não me atinjo,
só sei dó que seria
se de minha sombra chegasse a mim.
Passa-se tudo em seguir-me
e finjo que sou eu que sigo,
finjo que sou eu que vou
e que não me persigo.
Faço por confundir a minha sombra comigo:
estou sempre às portas da vida,
sempre lá, sempre às portas de mim! 

















 

06/04/13

Obras Completas do Cardeal Saraiva - (D. Francisco de S. Luiz), patriarca de Lisboa. Lisboa, Imprensa Nacional, 1872-1887. Precedidas de uma introdução pelo Marquez de Rezende. Publicadas por António Correia Caldeira. In-8.º;  
10 volumes. Encadernados € 400,00

Obra completa.  
Todos os volumes muito estimados.
Encadernação com lombada e cantos em pele.

D. Frei Francisco de São Luís Saraiva, O.S. B. (Ponte de Lima, 26 de Janeiro de 1766 - Lisboa, 7 de Maio de 1845), popularmente conhecido como Cardeal Saraiva, foi o oitavo Patriarca de Lisboa com o nome de D. Francisco II.
Nascido Francisco Manuel Justiniano Saraiva, foi filho de Manuel José Saraiva e de sua mulher Leonor Maria Correia de Sá, ambos de Ponte de Lima. Ingressou no Mosteiro de São Martinho de Tibães, da Ordem de São Bento, em 6 de Abril de 1780, com 14 anos de idade, alterando o seu nome para Francisco de São Luís Saraiva. Professou em 28 de Janeiro de 1782; saiu de Tibães para o Mosteiro de Santo André de Rendufe e daí para a Faculdade de Teologia da Universidade de Coimbra, onde se licenciou em 3 de Julho de 1792, tendo-se tornado aí professor, e sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa. 

04/04/13





Martins, J. P. Oliveira – O Helenismo e a Civilização Christan – 4.ª edição. Lisboa, Parceria António Maria Pereira, 1928. In-8.º; de LVI-307 págs. Enc. do editor € 15,00

Exemplar estimado, mas a acusar algum uso.

02/04/13





Batista-Bastos - Elegia para um Caixão Vazio - 3.ª edição. Lisboa, Edições «O Jornal», 1987. In-8.º; de 128 págs. Capa de José Pinto Nogueira. Br. € 7,00

Exemplar estimado.