13/10/09

Castelo Branco, Camilo – A Última Vitória de um Conquistador - e outros textos. Porto, Editorial Inova, 1972; de 90-III págs. Br. € 20,00
1.ª EDIÇÃO. Colecção «Duas Horas de Leitura», 5.
Etiquetas:
Autores Portugueses,
Camilo Castelo Branco
06/10/09
05/10/09
01/10/09
26/09/09
Lisboa e os seus encantos - Lisboa, C. M. L., 1958. Textos de: Vasconcelos e Sá; Fernanda de Castro; Matos Sequeira; Luiz Teixeira; Leitão de Barros; Durval Pires de Lima; Azinhal Abelho; Julieta Ferrão; Natércia Freira; Eduardo Freitas da Costa; Ester de Lemos. Belamente ilustrado com hors-texte de: Bernado Marques; Carlos Botelho; Carlos Rafael; Costa Pinheiro;D. Tomaz de Mello (Tom); Leonildo Dias; Manuel Lapa; Manuel Rodrigues; Maria Keil e Sebastião Rodrigues. Vinhetas de Costa Pinheiro; de 124 págs. Na capa, pintura de Carlos Botelho.
Br. € 30,00
Exemplar muito bonito e estimado.
Etiquetas:
Lisboa,
Monografias Regionais
22/09/09
17/09/09

LEAL, AUGUSTO SOARES AZEVEDO BARBOSA DE PINHO - PORTUGAL, ANTIGO E MODERNO - diccionário geográphico, estatístico, chorográphico, heráldico, arqueológico, histórico, biográphico, etimológico de todas as cidades, villas e freguesias de portugal e de grande número de aldeias. Lisboa, Liv. Editora de Mattos Moreira & Companhia, 1873-1890. In-4.º, 12 vols. Encadernado € 950,00
1.ª EDIÇÃO.
COMPLETO. Nada vulgar nesta edição.
Todos os volumes estimados.
15/09/09
26/08/09
24/08/09
11/08/09
04/08/09
LARANJEIRA, MANUEL – PROSAS PERDIDAS – Lisboa, Portugália editora, 1958. Selecção, Introdução e notas de Alberto de Serpa; de 264-I págs. Br. € 20,00
1.ª Edição. Exemplar estimado e por abrir. Apresenta vestígios de um carimbo meio apagado, o que originou dois pequenos buracos no papel.
1.ª Edição. Exemplar estimado e por abrir. Apresenta vestígios de um carimbo meio apagado, o que originou dois pequenos buracos no papel.
Etiquetas:
Autores Portugueses,
Manuel Laranjeira
03/08/09
Manuel Jardim - Exposição retrospectiva da obra do pintor. Lisboa, Palácio Foz, 1974; de págs. inúmeradas. Capa de Sebastião Rodrigues. Enriquecido com 248 ilustrações. Br. € 30,00
Natural de Meãs do Campo, concelho de Montemor-o-Velho, distrito de Coimbra, Manuel de Azambuja Leite Pereira Jardim, artista de reconhecido valor, é considerado um dos renovadores da arte em Portugal, nos inícios do século XX.
24/07/09
22/07/09

Simon, Claude - O Vento - Tentativa de reconstituição de um retábulo barroco. Romance. Lisboa, Portugália editora, s/d. Tradução de Mário Cesariny de Vasconcelos; de 272-III págs. Capa de António Charrua. Br. € 15.00
Colecção «Contemporânea»,
n.º 42. "O Vento" - o primeiro romance do autor publicado em Portugal, constitui uma réplica profunda do Idiota de Dostoievsky.
Exemplar muito estimado.
10/07/09
30/06/09

Boal, Augusto - A deliciosa e sangrenta aventura latina de Jane Spitfire, espiã e mulher sensual - (Intriga! Acção! Suspense! Mistério!!!). Lisboa, Moraes editores, 1977; de 204-II págs. Br. € 10,00
Colecção «Círculo de Prosa».
20/06/09

AZEVEDO, J. LÚCIO D’ – O MARQUÊS DE POMBAL E A SUA ÉPOCA – Segunda edição com emendas. Porto, Renascença Portuguesa, 1922. In-8.º; de 398-I págs.
Br. € 65,00
Apresenta uma assinatura de posse na folha de rosto.
Etiquetas:
História,
J. Lúcio de Azevedo,
Marquês de Pombal
16/06/09
Guimarães, Fernando; Cláudio, Mário; Júdice, Nuno e Tamen, Pedro - As Palavras da Tribo - Lisboa, Co-edição Quetzal e Editora Altamira, 1985; de 238-I págs. Enriquecido com desenhos de José Guimarães.
Br. € 35,00
"Este é um conjunto de antologias pessoais. O seu objectivo é dar a conhecer a visão que os poetas têm da sua própria obra...". Apresenta uma pequena biografia de cada autor. Trata-se do primeiro volume publicado desta colecção.
10/06/09
Os Lusíadas - Canto I
1
As armas e os barões assinalados,
Que da ocidental praia Lusitana,
Por mares nunca de antes navegados,
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados,
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram
Novo Reino, que tanto sublimaram;
2
E também as memórias gloriosas
Daqueles Reis, que foram dilatando
A Fé, o Império, e as terras viciosas
De África e de Ásia andaram devastando;
E aqueles, que por obras valerosas
Se vão da lei da morte libertando;
Cantando espalharei por toda parte,
Se a tanto me ajudar o engenho e arte.
3
Cessem do sábio Grego e do Troiano
As navegações grandes que fizeram;
Cale-se de Alexandro e de Trajano
A fama das vitórias que tiveram;
Que eu canto o peito ilustre Lusitano,
A quem Neptuno e Marte obedeceram:
Cesse tudo o que a Musa antígua canta,
Que outro valor mais alto se alevanta.
4
E vós, Tágides minhas, pois criado
Tendes em mim um novo engenho ardente,
Se sempre em verso humilde celebradoFoi de mim vosso rio alegremente,
Dai-me agora um som alto e sublimado,
Um estilo grandíloquo e corrente,
Porque de vossas águas, Febo ordene
Que não tenham inveja às de Hipoerene.
(...)
09/06/09
Barbosa, Joaquim Casimiro - O Jardim - Manual do Jardineiro-Amador. Porto, José Marques Loureiro editor, 1882-1893. In-4.º peq.; 2 volumes; de XI-I-516 / 544 págs. Profusamente ilustrados com centenas de gravuras elucidativas do texto.
Br. € 125,00
Joaquim Casimiro Barbosa nasceu na cidade do Porto em 1841.
NOTA: A obra completa é composta por 3 volumes.
As capas de brochura apresentam-se cansadas.
08/06/09
06/06/09
02/06/09
28/05/09
25/05/09
21/05/09
19/05/09
12/05/09
Lupi, Luís C. - Quem Incendiou o Congo? -
2.ª edição. Lisboa, Editorial Império, 1960; de 174-I págs.
Br. € 10,00
Um depoimento antecipado para o julgamento da História, no qual o «depoente», defende a causa de Portugal, apontando-lhe alguns perigos, internos e externos, que urge combater. Muito estimado e por abrir.
08/05/09

Emílio-Nelson, José - Sodoma Sacrílega e Poesia Vária - Porto, Editora Gota de Água, 1995; de 33 págs. inumeradas. Br. € 20,00
Tiragem de 150 exemplares. Muito estimado.

Mendes, José Manuel - A Esperança Agredida - 2.ª edição. Coimbra, Centelha editora, 1975; de 82-V págs. Br. € 15,00
Colecção «Poesia Nosso Tempo», 4.
05/05/09
25/04/09
Grândola, Vila Morena
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade
Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade
Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
"Grândola, Vila Morena" é a canção composta e cantada por José Afonso e que foi escolhida pelo Movimento das Forças Armadas (MFA) para ser a segunda senha de sinalização da Revolução dos Cravos. A canção refere-se à fraternidade entre as pessoas de Grândola, no Alentejo, e teria sido banida pelo regime salazarista como uma música associada ao Comunismo. Às zero horas e vinte minutos do dia 25 de Abril de 1974, a canção era transmitida na Rádio Renascença, a emissora católica portuguesa, como sinal para confirmar as operações da revolução. Por esse motivo, a ela ficou associada, bem como ao início da Democracia em Portugal.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A2ndola,_Vila_Morena
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade
Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade
Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
"Grândola, Vila Morena" é a canção composta e cantada por José Afonso e que foi escolhida pelo Movimento das Forças Armadas (MFA) para ser a segunda senha de sinalização da Revolução dos Cravos. A canção refere-se à fraternidade entre as pessoas de Grândola, no Alentejo, e teria sido banida pelo regime salazarista como uma música associada ao Comunismo. Às zero horas e vinte minutos do dia 25 de Abril de 1974, a canção era transmitida na Rádio Renascença, a emissora católica portuguesa, como sinal para confirmar as operações da revolução. Por esse motivo, a ela ficou associada, bem como ao início da Democracia em Portugal.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%A2ndola,_Vila_Morena
21/04/09
LIGORIO, D. ALPHONSO DE – HOMO APOSTOLICUS – INSTRUCTUS IN SUA VOCATIONE AD AUDIENDAS CONFESSIONES, SIVE PRAXIS, ET INSTRUCTIO CONFESSARORUM // EDITIO TERTIA // BASSANI, MDCCLXX // 3 volumes, encadernados num só. Encadernação da época. € 175,00
Obra completa. Possui algumas manchas de humidade e algumas galerias feitas pelo bicho, mas que já não representam qualquer perigo para a obra e não afectam a mancha de texto. Com falta da parte superior da lombada.
ARANHA, BOAVENTURA MACIEL – CUIDADOS DA MORTE, E DESCUIDOS DA VIDA – REPRESENTADOS NAS VIDAS DOS SANTOS, E SANTAS // COM A ADDIÇÃO DAS PRODIGIOSAS VIDAS DOS DOUS MAYORES SANTOS - Lisboa, Na Officina de Francisco Borges de Sousa, Anno de MDCCLXI (1761); de XXIX-906 págs. Encadernação da época em inteira
pele € 200,00
Exemplar com falta superior da lombada. Apresenta duas folhas que necessitam de ser restauradas. Possui algumas manchas.
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