01/03/26

Camilo Pessanha (1867-1926), o autor de Clepsydra, faleceu
há 100 anos - III


Eu vi a luz em um país perdido.
A minha alma é lânguida e inerme.
Oh! Quem pudesse deslizar sem ruído!
No chão sumir-se, como faz um verme... 

Publicado em O Progresso, Macau, 13 de Setembro de 1914.
(In Camilo Pessanha, Clepsydra. Lisboa, Guerra & Paz, 2021, p. 27)

2 comentários:

  1. No dia em que este Blogue teve o mérito de assinalar o Centenário do falecimento de Camilo PESSANHA (Coimbra, 7.9.1867 - Macau, 1.3.1926), impõe-se, desde já, a melhor das homenagens: (re)ler as páginas que o Poeta de "Clepsydra" nos legou e compreender o complexo contexto biográfico de alguém que, para mais, esteve particularmente ligado ao "mundo" Oriental, tão curioso e fascinante para os próprios Leitores Europeus...

    Os nossos sinceros votos de um excelente mês de Março!

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    1. Prezado Fernando Firmino,
      Assim o tenho feito e também o recomendo.
      Depois da leitura de Clepsydra e da vida de Camilo Pessanha, saímos mais ricos culturalmente!
      Tenho "cruzado" várias leituras.
      Uma excelente semana.

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