Mostrar mensagens com a etiqueta Segunda Guerra Mundial. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Segunda Guerra Mundial. Mostrar todas as mensagens

13/07/17




Mundo Gráfico - revista quinzenal. 
Lisboa, Outubro de 1940 a Outubro de 1942. Director: Artur Portela. Editor: Rocha Ramos. In-4.º; 2 volumes. Ilustrados. Encadernações simples € 45,00

Encadernações a acusarem algum desgaste.
 
 
 
 

12/01/16



 

Bessa, CarlosA Libertação de Timor na II Guerra Mundial – importância dos Açores para os interesses dos Estados Unidos. Subsídios históricos. Lisboa, Academia Portuguesa de História, 1992. In-4.º; de 175-IX págs. 
Br. € 25,00

Valorizado com extensa dedicatória do autor, assinada e datada. 

Estimado.

05/01/16


Cortesão, Armando - Cartas de Londres (1941-1949) - Coimbra, Biblioteca Geral da Universidade, 1974. In-8.º; de XII-409-II págs. Ilustrado.
Br. € 20,00

Exemplar estimado.

“As Cartas que entre 1941 e 1949 de Londres enviei para a Seara Nova abrangem quase todo o período da Segunda Grande Guerra Mundial, que começou em Setembro de 1939, quando as tropas hitlerianas invadiram a Polónia, e terminou quando as potências do chamado Eixo incondicionalmente se renderam aos Aliados — em Setembro de 1943 (Itália), Maio de 1945 (Alemanha) e Setembro de 1945 (Japão). Trata-se da maior calamidade de que há memória, sem paralelo na história da humanidade. (...) Não deixa de ter certo interesse publicar também agora, após tão longas trevas, as Cartas nesse tempo totalmente cortadas pela Censura mas cujas cópias dactilografadas felizmente ainda consegui encontrar. Os trechos censurados nas Cartas, mesmo mutiladas, chegaram a ser impressas e cujos originais sobreviveram, aparecem agora entre parêntisis [ ] Sucede ainda — convém esclarecer — que de algumas Cartas totalmente cortadas pela Censura em Lisboa foram mais tarde aproveitadas certas passagens, julgadas menos susceptíveis de ferir a sensibilidade dos censores portugueses de então, e incluídas noutras Cartas escritas posteriormente, como foi o caso com as n.º VI e IX (...)”.