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14/08/14

Poppe, Manuel - A Aranha - comédia sem actos. Lisboa, Editorial Teorema, 2005. In-8.º; de 96-IV págs. Capa: Fernando Mateus.  Br. € 7,50

Colecção «Gabinete de Curiosidades», 34.

Exemplar estimado.
 
"Na história de  A Aranha, um homem e uma mulher falam sem se ouvirem, abraçam-se, sem se abraçarem, agridem-se, tentando esquecer a figura que os obceca, a de um exilado político haitiano, para eles um miserável e desgraçado imigrante. Mas o negro traz consigo a beleza triste de um amor absoluto. E o homem e a mulher e o dono da taberna, em que, incrivelmnt, se encontram, habituados a mais fino, rconhecem que a vida é uma espécie de abismo, onde ningu´m fala, nem ouve, nem ama. E o que é que os angustia, os aprta, os desorienta? O deserto quotidiano? O horror dos destinos traídos? A indiferença? As existências ferozmente defendidas, protegidas contra aquilo que as poderia salvar - o encontro com o Outro? A aranha inquieta-os - sangra-os."

Poppe, Manuel - Pedro I - teatro. Lisboa, Editorial Teorema, 2007. Revisão: Manuel Poppe. Capa: Fernando Mateus. In-8.º; de 101-II págs. Br. € 7,50

Colecção «Gabinete de Curiosidades», 39.

Exemplar estimado.

"Quem foi o Rei Pedro I? Um justiceiro? Um violento? Um apaixonado? Um romântico cavaleiro da Távola Redonda? Ou, apenas, um homem inconsolável, para sempre ligado à mítica Inês de Castro? O povo amou-o como nunca mais amaria nenhum outro Rei. A aristocracia temeu-o. A Igreja procurou evitar a sua ira. Enquanto Príncipe, foi um joguete nas mãos do pai, Afonso IV. Escolheu-lhe as mulheres, mandou que lhe matassem a amante, Inês. O príncipe revoltou-se, rendeu-se, aceitou. Mas, quando subiu ao trono a vingança foi terrível. E a sede de justiça, insaciável. A arraia miúda seguiu-o, sempre: comeu, bebeu e dançou com o seu Rei. E, dentre os simples, que o idolatraram e choraram, escolheu Teresa Lourença, a mulher que lhe deu o filho preferido: o Mestre de Avis, futuro João I. A sua vida foi uma tragédia e uma epopeia. A capa do mistério caiu, para sempre, sobre ele. Quem era, na verdade, Pedro I?"

21/01/13


Poppe, Manuel - Um Inverno em Marraquexe - e outras histórias. Lisboa, Editorial Teorema, 2004. In-8.º; de 144 págs. Capa de Fernando Mateus. Br. € 10,00

Exemplar estimado.

Colecção «Estórias».

"A maioria dos marroquinos – dois terços -, da cidade ou do interior, tem as raízes na língua e na cultura berberes, o povo original. Cerca de quarenta por cento fala berbere – tamazigh -, que, por sua vez, se desdobre em múltiplas variantes. A palavra berbere deriva do termo bárbaro, nome dado aos habitantes do Magreb pelos romanos, que ali chegaram muitos séculos antes dos árabes. Mas a verdade é que o nome que reivindicam é o de imazighen: “homens livres”. Mouna, a jovem berbere de Um Inverno em Marraquexe, quis ser uma jovem mulher livre, dona de si própria e das escolhas – para o bem e para o mal". 

Contém ainda:
- A Acácia Vermelha
- A Aranha
- A Visita
- Com as Mãos Atadas 
- Em Frente ao Mar
- O Homem que Perdeu a Fala
- Um Copo na Terra
- Uma Mulher da Sua Idade
  

24/04/12

Manuel Poppe



Nas suas próprias palavras...





Nasci em Lisboa. Cresci na Guarda.













Vivi em Portugal, Itália, São Tomé e Príncipe, Israel e Marrocos.












Escrevi em jornais e revistas.











Produzi um programa para a RTP,
"O Livro à Procura do Leitor".
















Publiquei romances, peças de teatro, crónicas, ensaio.












Palestrei e conferenciei.















Sobretudo, viajei e viajo.













Feliz Aniversário,
Manuel Poppe!!










Saber mais em:

http://sobreorisco.blogspot.pt