Acabaram-se as histórias do ratinho poeta e do ouricinho. As histórias da casa amarela e de São Tomé. As fotografias e brincadeiras com o Zev... Saudades...
Fiquei tão triste com a partida da nossa querida Maria João😢😢😢. Guardo com muito carinho todas as histórias que me chegaram à mão. Agora ainda mais, porque a Maria João não vai escrever mais nenhuma. Beijinhos.
Sei que sim, Isabel. E a Maria João também gostava muito de si. Dizia que era a sua leitora fiel. A Maria João era uma amiga MUITO especial. Ainda na segunda-feira passada falei com ela...
Exprimo as nossas sentidas condolências pela partida de MARIA JOÃO FALCÃO, aos seus familiares íntimos e amigos dedicados.
Nestas circunstâncias - de profunda tristeza -, não posso deixar de ouvir, também (e, de novo), uma outra interpretação, igualmente inesquecível, do "Requiem" de Mozart (entre outras secções, sempre carregadas de emoção, "Dies irae" e "LACRIMOSA")...
Falamos de uma histórica (e indispensável) gravação de 1956, com o Coro da Ópera de Viena e a respectiva Orquestra Sinfónica, e a especial participação de Karl BÖHM; um disco entretanto reeditado e, em boa hora (2011), divulgado, no âmbito da coleção DIAPASON.
Prezado Fernando Firmino, Quando partem os que nos são mais queridos, os dias ficam mais cinzentos. Irei procurar as gravações e interpretações que refere.
Acabaram-se as histórias do ratinho poeta e do ouricinho.
ResponderEliminarAs histórias da casa amarela e de São Tomé. As fotografias e brincadeiras com o Zev...
Saudades...
Cláudia, se percebi bem, perdeu uma amiga.
ResponderEliminarLamento muito.
Um abraço🌿🌷
Sim.
EliminarA Maria João Falcão do blog - Falcão de Jade
https://falcaodejade.blogspot.com
Fiquei tão triste com a partida da nossa querida Maria João😢😢😢.
ResponderEliminarGuardo com muito carinho todas as histórias que me chegaram à mão. Agora ainda mais, porque a Maria João não vai escrever mais nenhuma.
Beijinhos.
Sei que sim, Isabel. E a Maria João também gostava muito de si. Dizia que era a sua leitora fiel.
EliminarA Maria João era uma amiga MUITO especial. Ainda na segunda-feira passada falei com ela...
Não sabia. Tenho pena.
ResponderEliminarBj.
MR,
EliminarGuardo muito boas recordações.
Exprimo as nossas sentidas condolências pela partida de MARIA JOÃO FALCÃO, aos seus familiares íntimos e amigos dedicados.
ResponderEliminarNestas circunstâncias - de profunda tristeza -, não posso deixar de ouvir, também (e, de novo), uma outra interpretação, igualmente inesquecível, do "Requiem" de Mozart (entre outras secções, sempre carregadas de emoção, "Dies irae" e "LACRIMOSA")...
Falamos de uma histórica (e indispensável) gravação de 1956, com o Coro da Ópera de Viena e a respectiva Orquestra Sinfónica, e a especial participação de Karl BÖHM; um disco entretanto reeditado e, em boa hora (2011), divulgado, no âmbito da coleção DIAPASON.
Honra, pois, à memória da saudosa extinta!
Prezado Fernando Firmino,
ResponderEliminarQuando partem os que nos são mais queridos, os dias ficam mais cinzentos.
Irei procurar as gravações e interpretações que refere.