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07/01/26

Francisco Simões - Porto, Galeria Cordeiros, 2001. Introdução de Eugénio de Andrade. 
De 28,8x22 cm.; com 128 págs. Profusamente ilustrado. Fotografias de José Luís Braga.
Encadernação do editor em tela € 25,00

Catálogo da Exposição que teve lugar na Galeria Cordeiros, Porto, de 11 de Out. a 3 de Nov. de 2001.
Conserva a sobrecapa.

Possui dedicatória do escultor Francisco Simões (1946), assinada e datada.

Francisco Simões, nasceu em Porto Brandão, Almada, em 1946.
Concluiu em 1965, o curso de artes decorativas da Escola António Arroio e em 1974 o Curso de Escultura da Academia de Música e Belas Artes da Madeira.
Em 1967 foi bolseiro da OCDE em Roma, Turim, Novara, Verona e Milão e no ano seguinte trabalhou no Museu do Louvre a convite de Germain Bazin.
Em 1989 foi nomeado, pelo Ministério da Educação, consultor de Artes Plásticas para o projeto A Cultura começa na Escola, em 1990 foi colaborador do JL (Jornal de Letras, Artes e Ideias) e em 1992 foi nomeado, pelo Ministério da Educação, membro do grupo de trabalho de Humanização e Valorização Estética dos espaços Educativos.
É pintor e escultor, caracteriza-se por ter obras realizadas em íntima ligação com grandes escritores, como David Mourão-Ferreira.
Tem exposto regularmente, individual e coletivamente em Portugal e no Estrangeiro.
Conta com meia centena de Monumentos e obras de Arte pública das quais se destacam as presentes no Parque dos Poetas.
Divide a sua residência entre a Madeira e o Continente. (Daqui)

2 comentários:

  1. Gosto bastante de algumas esculturas de Francisco Simões. Tive e ainda tenho alguns livros de David Mourão-Ferreira com capas dele.
    Tb vi uma expo na extinta Casa Amarela em Castelo Branco, há muitos anos.
    Gostei muito de ver aqui as esculturas do Parque dos Poetas em Oeiras.
    E claro que me lembro da indignação😉☺️ pela estátua de Camilo no Porto.
    Um abraço🌨⛄️

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    1. Também gosto de algumas esculturas de Francisco Simões, mas nunca vi nenhuma exposição com a obra do artista; apenas em livros.
      Quanto à polémica com a estátua de Camilo, nem sei se sempre foi retirada para as reservas municipais. Não li nada nesse sentido e, certamente, já passei lá perto e não me lembrei de reparar.
      Um abraço. 🤗

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