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12/12/25

Prémio Pessoa 2025

A escritora Lídia Jorge (1946), é a grande vencedora do Prémio Pessoa 2025.

PARABÉNS!

13 comentários:

  1. Saúdo, com alegria, a primeira Mulher a receber o Prémio Pessoa.
    Parabéns a Lídia Jorge!
    Um abraço🤗☔️

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    1. Maria,
      É bem merecido! Também fiquei satisfeita!
      Bom dia (com bastante chuva pelo Porto) 🤗📚

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  2. Bom dia. Permitam-me apenas um esclarecimento. Consultei o Dr. Google que diz:

    «A última mulher distinguida com o prémio tinha sido a cientista Elvira Fortunato, em 2020, precedida por Maria Manuel Mota (2013), Maria do Carmo Fonseca (2010), Irene Flunser Pimentel (2007); e Menez (1990) e Maria João Pires (1989). Esta quarta-feira, Lidia Jorge juntou-se ao grupo.»

    Fico muito contente que uma Mulher, brilhante na sua Arte e na sua Personalidade interventiva e cívica, como é Lídia Jorge, tenha ganho o Pessoa de 2025.

    Creio que mais Mulheres vencerão no futuro próximo, pois acredito que somos um país rico em recursos humanos e há muita gente, mulheres e homens, de grande valor.

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    1. Tem razão, e uma palavra faz toda a diferença...
      Lídia Jorge foi a primeira mulher Escritora.
      Bom dia!

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    2. Nelson,
      Também fui verificar e Lídia Jorge foi a primeira mulher ESCRITORA. No passado, o prémio foi entregue a outras mulheres mas de outras áreas - Ciências, Música, História...
      Bom dia!

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    3. Certo, certo. Primeira Escritora.

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    4. Nelson,
      Fez muito bem complementar a informação. Como referiu a Maria, uma palavra faz toda a diferença. 😊
      Um bom dia para ambos!

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    5. Sem dúvida, concordo que uma palavra pode ser decisiva e neste caso não é de somenos: Escritora. Bom dia e boas leituras para todas e todos!

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  3. Na semana em que LÍDIA Guerreiro JORGE é, de novo, justamente, distinguida (desta vez, com o prestigioso Prémio PESSOA), não posso deixar de enfatizar, nestas breves linhas, as invulgares qualidades de uma Autora de Obras marcantes (nas áreas do romance, do conto, do teatro, da crónica e da poesia), como, entre outros títulos, "O Dia dos Prodígios", "O Cais das Merendas", "A Costa dos Murmúrios", "Os Memoráveis" e "Misericórdia".

    Uma respeitada e interveniente Cidadã, que de facto conseguiu abstrair-se do "estigma" (ou melhor, estereótipo) das redutoras raízes algarvias (não esqueçamos que LÍDIA JORGE, formada em Filologia Românica, é conterrânea de um antipático "estadista", que fugiu sempre da Cultura Clássica e humanística como o Diabo da Cruz!) e, acima de tudo, ir mais além, no domínio das Letras, influenciando a própria educação do gosto pela Leitura em diversos sectores (inclusive, ideológicos) esclarecidos, não só da população Portuguesa, como de outros Países, sobretudo Lusófonos e Europeus.

    Como brevíssima nota final, um pouco "à margem" do merecido impacto mediático da sua mais recente distinção nacional, é inevitável relembrar aqui, a título de curiosidade biográfica, que a admirável escritora nunca esqueceu as "lições" das suas primeiras experiências, enquanto jovem docente; mais precisamente, no ano lectivo de 1970/71, na então "Secção de TOMAR do Liceu de Santarém", onde foi professora de Português e, entre outras inovadoras actividades, promoveu a criação de uma "página" com textos dos alunos num jornal da Cidade do Nabão, e em SETÚBAL (1974/75), na recém-criada "Escola Secundária Polivalente da Bela Vista", onde a HELENA (minha Mulher) foi testemunha - pessoal e directa - dos seus inesquecíveis "prodígios" pedagógicos, no quadro da disciplina de Francês.

    Cerca de cinco anos antes da data (1980) em que LÍDIA JORGE estampou pela primeira vez o seu nome capa de um livro ("O Dia dos Prodígios") decisivo, a notável romancista tomava consciência de que estava, pois, no "limiar" dos desafios literários e estilísticos que a esperavam...

    Votos de um excelente fim-de-semana Cultural para todo(a)s!

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    1. Prezado Fernando Firmino,
      Há pessoas que independentemente do local onde nascem ou das condições socioeconómicas da família, cedo trilham o caminho do sucesso, dadas as suas variadas qualidades. Lídia Jorge é bom exemplo disso.
      Curioso, a esposa ter tido contacto nos anos 70 com a escritora, na altura professora de francês.
      Votos de boa semana!

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  4. Muitos parabéns! Merecidíssimo, não só à escritora, também à cidadã.

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    1. MR,
      O mérito e o talento de Lídia Jorge a serem novamente reconhecidos.
      Boa semana.

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  5. Prezada CLÁUDIA RIBEIRO,

    Que me desculpe ocupar, aqui, mais uns instantes do seu precioso tempo!

    Contudo, ainda a propósito da breve referência à muito marcante "passagem" da Dra. LÍDIA JORGE por uma pioneira Escola Secundária "Polivalente" de Setúbal, no contexto das inovadoras experiências pedagógicas, que não podemos dissociar do "turbilhão" de 1974/75, permita-me acrescentar um simbólico e curioso "pormenor".

    Foi, na verdade, muitos anos depois, que a HELENA (re)encontrou a sua ex-professora [da Língua de Molière], "à margem" de um importante e inesquecível evento cultural, realizado na Sede da Fundação C. Gulbenkian (Lisboa, Av. de Berna); um momento difícil de evocar, este, que nos sugeria um breve e agradável diálogo - inclusive, sobre o delicado contexto do "PREC", quando o(a)s adolescentes do Burgo Sadino mais sensibilizado(a)s para "estas coisas" e alguns dos próprios jovens docentes sonhavam com a renovação do Sistema Educativo, então em permanente transformação.

    (Veja-se, a este propósito, a temática constante que a excelente revista "A PÁGINA da Educação", fundada - no âmbito das preocupações do Sindicato dos Professores do Norte - pelo meu saudoso conterrâneo e Amigo, Dr. JOSÉ PAULO Serralheiro, nos convida a aprofundar e a debater, nesta época de "social-conformismo".)

    Nesses tempos decisivos, tudo, no nosso quotidiano (em particular, nos campos escolar, associativo, juvenil e político) valia a pena!...

    Agradecemos e retribuímos os sinceros votos de boa semana!

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